No mês de setembro foram produzidos 174,2 mil veículos, registrando queda de 42,1% em comparação ao mesmo mês de 2014.

A economia brasileira continua mostrando suas fragilidades em diversos setores. Uma das principais indústrias do país, a automotiva, está enfrentando grande retração neste ano.

Segundo dados divulgados pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), no mês de setembro a retração na fabricação de veículos foi de 42,1%, comparando com o mesmo mês do ano passado.   

O número traz grande preocupação para o setor que via no país, em anos anteriores, grande oportunidade de expansão e investimentos.

Diversas empresas estrangeiras do setor investiram em fábricas no país, proporcionando empregos para o mercado brasileiro. Com as quedas nas vendas, a tendência de dispensas é cada vez maior, prejudicando ainda mais a economia brasileira.  

Somados os automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, em setembro foram produzidos 174,2 mil veículos. Para comparação, no nono mês de 2014 foram 300,8 mil veículos produzidos. Em relação ao mês de agosto, onde foram produzidas 216,6 mil unidades, setembro/2015 registrou uma queda de 19,5%. Já no acumulado do ano, a queda também é considerável, apesar de ser menos acentuada. Este número é de -20,1%.

Nos nove primeiros meses de 2015 foram fabricados 1,9 milhão de veículos no país. Já no ano passado, no mesmo período, a produção chegou a 2,38 milhões. Segundo a Anfavea, a projeção para o fechamento de 2015 é de que o declínio fique em cerca de 24%.   

Um outro dado bastante interessante divulgado pela Anfavea mostra que o mercado internacional está se recuperando, ajudando no aumento das exportações. Houve um aumento significativo nas exportações em setembro de 2015 em comparação com o mesmo mês de 2014. Com 33,5 mil carros vendidos, o aumento foi de 28,7%. Mesmo com mais carros vendidos, o montante arrecadado de US$ 834 milhões foi 9,7% menor do que no ano passado. As exportações, no acumulado do ano, caíram 10,8% em valor e subiram 12,3% em vendas.

Por William Nascimento

Produção de veículos

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Com um recuo de 18,2%, foram fabricados 216,5 mil veículos em agosto deste ano, pior índice registrado para o mês em 10 anos.

As montadoras brasileiras estão passando por momentos cada vez mais difíceis. Como se não bastasse a situação do mercado e perspectivas não muito boas para a economia, o mês de agosto que acabou de se encerrar trouxe uma notícia nada agradável: 216,5 mil veículos fabricados. Esse número representa o pior apresentado para o mês em um período de dez anos.

De acordo com informações divulgadas pela Anfavea, a entidade que é responsável por representar o setor, se compararmos com o mesmo período do ano passado vamos encontrar um recuo das atividades de produção na margem de 18,2%.

Para ver a baixa na produção nem é preciso ir tão longe. Quando comparamos os números da indústria vamos encontrar uma queda de 3,5% de agosto em relação a julho.

Já quando o assunto é a produção acumulada no ano teremos 1,73 milhão de unidades. Pode parecer muito, mas não é. Isso representa 16,9% para baixo sobre o mesmo período do ano passado. Desde o ano de 2006 esse é o menor índice apontado. Na época foi registrado 1,62 milhão.

Venda de carros novos:

No caso da venda de veículos novos houve, no mês de agosto, um recuo de 8,9% em relação a julho. Já a queda registrada em comparação com o mês de agosto de 2014 é de 23,9%. Novamente, esse é o pior percentual desde o mesmo mês do ano de 2006. Nesse período (2006) as vendas ficaram em 178,5 mil.

De acordo com a presidência da Anfavea o momento do mercado continua sendo difícil. O setor que mais sofre com isso é o de produção de caminhões. Outra informação importante dada pela entidade é o fato de que para os meses de setembro e de outubro também estão sendo esperadas novas quedas.

A recuperação nas vendas ainda está muito longe de acontecer para a entidade. A previsão é que isso ocorra somente a partir do fim do segundo trimestre de 2016.

Por Denisson Soares

Produção de veículos

Foto: Divulgação


Com a crise econômica, o setor automobilístico também sofre as consequências. Em julho de 2015, o número de veículos emplacados caiu mais de 19%, registrando 84,2 mil veículos a menos nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado.

A crise na economia brasileira atingiu também o mercado automobilístico. Em comparação com o mês de julho do ano passado, o número de veículos emplacados caiu mais de 19%. O número registrado no ano foi de 84,2 mil veículos a menos do que no ano passado, onde o número de veículos com novo emplacamento foi de 436,6 mil. 

Os números registrados incluem veículos como automóveis comerciais leves, motocicletas, ônibus, veículos rodoviários e de outros tipos. Os índices foram divulgados na última segunda-feira (dia 3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A entidade representa atualmente cerca de 8 mil concessionárias por todo o país.

Se for comparado com o mês de junho deste ano, no entanto, o número de emplacamentos subiu 6,9%. Ao analisar o acumulado do ano, a queda é de 17,8% em relação ao mesmo período no ano de 2014. Nos primeiros sete meses deste ano foram emplacados cerca de 2,4 milhões de unidades automotivas, e no ano de 2014, o número era de 2,9 milhões no mesmo período.

Segundo a fundação, o aumento em relação ao mês de junho foi impulsionado graças ao calendário. O mês de julho possuía 23 dias úteis e o mês de junho somente 21. Um aumento discreto nos dias úteis, mas que já impulsionou um leve aumento no número de vendas.

Porém, em todos os segmentos, segundo a média, o saldo permaneceu negativo em 2,09% durante os dias úteis. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior faz uma projeção ainda mais negativa para o setor durante todo o ano de 2015. Segundo ele, a queda poderá chegar a 20% no setor.

Para os veículos comerciais leves, a queda foi de 21,58% em relação ao mesmo mês do ano passado, já os caminhões registraram queda de 42,95% em seus novos emplacamentos. Os ônibus somaram 26,46% a menos emplacamentos do que em 2014, segundo a pesquisa.

A grande queda no número de caminhões emplacados parece estar ligada diretamente à queda do consumo brasileiro. Como o comércio está desaquecido, o transporte de produtos sofre queda e, consequentemente, o número de vendas de caminhões diminui, superando a queda de automóveis leves e de ônibus.

Por Patrícia Generoso

Venda de veículos

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Bancos diminuíram os prazos dos consumidores que não conseguem pagar o financiamento do veículo.

Com a crise econômica cada vez mais agravada, algumas empresas de recuperação de crédito resolveram reduzir os prazos dos consumidores que estejam em atraso e aumentaram a retomada de veículos por inadimplência em até 28% só este ano.

O pedido de reforço na cobrança veio de bancos e instituições financeiras de crédito, responsáveis por financiamentos de veículos que já estão sentindo os impactos da crise econômica.

Com a medida, os bancos querem evitar que devedores de 15 a 90 dias tornem-se consumidores inadimplentes, alcançando mais de três meses de atrasos das parcelas. Ao tomar o carro do consumidor, as financeiras acreditam estar forçando uma retomada do pagamento do veículo.

As devoluções não acontecem somente por meio judicial. O número de clientes que devolveram seus carros espontaneamente, por não poderem arcar com as despesas, cresceu 20%. É um forte sinal da crise, pois mesmo depois de terem pago a entrada, ou duas ou três parcelas, os consumidores desistem da compra.

O aumento do desemprego é um dos fatores que leva a dificuldade em quitar as parcelas dos carros. Segundo os economistas, o consumidor, ao perder o emprego vai priorizar o que vai conseguir pagar. Além do prazo para retomada de veículos, os prazos para acionar o devedor na justiça e o tempo de cobrança por atraso também foi reduzido: agora o consumidor recebe notificação de cobrança com até 5 dias de atraso na parcela e já pode ser acionado judicialmente com 90 a 60 dias de atraso.

Mas o momento não é só de prejuízos ao consumidor. Com a crise em alta, o devedor pode se beneficiar com as facilidades de renegociação da dívida. Com o aumento de inadimplentes, aqueles que desejam regularizar a sua situação têm abertura muito maior para renegociar. Os contratos são analisados individualmente, de forma cuidadosa. É importante notar que nas dívidas com mais de 90 dias terão juros menores e parcelas maiores.

Fica o alerta para quem deseja entregar o carro: os bancos têm maior interesse em fazer a renegociação dos valores do que receber de volta o carro, que já estará desvalorizado pelo uso. A dica é apostar nessa preferência para renegociar os valores e continuar com seu veículo.

Por Patrícia Generoso

Financiamento carro

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Queda nas vendas de veículos foi de 20,7% entre os meses de janeiro a junho de 2015.

O fraco desempenho da economia brasileira está afetando profundamente o mercado de automóveis no país. Na comparação com 2014, as vendas de veículos neste primeiro semestre de 2015 sofreram uma queda de 20,7%, de acordo com o que informa a Fenabrave.

Os dados mostram que foram emplacados 1.318.985 carros, caminhões e ônibus entre os meses de janeiro e junho. Este número é o pior resultado para o período desde o ano de 2007, quando apenas 1.082.257 unidades foram comercializadas.  

No primeiro semestre de 2014, foram emplacados exatos 1.662.837 unidades de veículos no país. As previsões de queda de vendas para este ano estão aumentando à medida que os meses passam e os consumidores estão respondendo negativamente ao mercado de carros novos. Em janeiro, a estimativa era de uma queda de 10% nas vendas sobre 2014. No mês de maio, a projeção foi revisada para 18,9% e, agora, está em 23,9%. Isso significa que a expectativa é que sejam vendidos 2.662.857 veículos, cerca de 834 mil unidades a menos que o ano passado.   

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, o país "perde um México este ano, em relação ao volume de carros vendidos". Para os automóveis e comerciais leves – picapes e furgões – a baixa para o ano é prevista para 23%, totalizando 2.563.126. A comparação feita por Assumpção leva em conta o volume de automóveis que deixarão de ser vendidos no Brasil com o total de emplacamentos de carros no mercado mexicano em 2014. 

Na América Latina, Brasil e México caminham juntos na supremacia de produção de veículos. No quesito vendas, o mercado brasileiro ainda é bem inferior ao dos irmãos latinos.   Em relação aos veículos maiores, como caminhões e ônibus, a queda deve ser ainda mais acentuada e preocupante. É esperado que neste ano a queda neste segmento de veículos chegue a 41%. Caso a previsão seja confirmada no final do ano, também será o pior ano desde 2007.   

Neste primeiro semestre de 2015 o Fiat Palio continuou como o domínio do mercado, sendo o mais vendido. Foram 62.757 unidades vendidas, contra 55.789 do segundo colocado, o GM Onix. O Volkswagen Gol que liderou o mercado brasileiro por muitos anos e é considerado o principal rival do Fiat Palio, conseguiu vender 44.900 unidades até o momento.   

Em relação às marcas, a Fiat segue como a principal montadora do país com 18,64% de participação. GM com 16,07% e Volkswagen, com 15,5%, completam os três primeiros. A Jeep, que está investindo pesado no país, apareceu pela primeira vez entre as 15 marcas mais emplacadas entre os automóveis, com 8.664 unidades vendidas de janeiro a junho.   

Devido ao fraco ritmo de vendas, foram cortados 12 mil empregos nas concessionárias neste primeiro semestre. Cerca de 242 lojas foram fechadas. A expectativa é que até o final do ano, mais 8 mil vagas sejam cortadas.

Por William Nascimento

Compra veículos


Festival foi criado pela união da Anfavea, Fenabrave e Abac, com o objetivo de que pessoas que já foram contempladas durante o consórcio usem o crédito para realizar a compra de um novo veículo.

Esta é a primeira vez em que três importantes entidades no setor de automóveis se reúnem para combater a queda nas vendas nesse segmento.  

Atualmente, a Associação Nacional do Fabricantes de Veículos Automotores, a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores estão unidas com o objetivo de amenizar os problemas enfrentados pelos negócios que lidam com a venda de automóveis.

Essa junção entre as entidades foi batizada de Festival do Consorciado Contemplado. Essa iniciativa desenvolvida pela Anfavea, Fenabrave e Abac disponibiliza oportunidades exclusivas para que as pessoas que já foram contempladas durante o consórcio, usem o seu crédito para realizar a compra de um novo veículo.

A união destas três entidades colocará em prática o Festival durante um mês e quinze dias, a partir do dia 1° de maio até dia 15 do mês de junho. Durante esses 45 dias de evento, serão oferecidas condições boas para os consorciados, para que isso fosse determinado houve reuniões entre as marcas e as suas relativas associações, as negociações com os participantes dos consórcios serão feitas de forma individual e terá como objetivo  a concessão de boas oportunidades para que as pessoas possam fechar negócio e assim ir melhorando a situação econômica do setor. Até agora, onze marcas confirmaram presença no Festival: Honda, DAF, Audi, Scania, Volkswagen, MAN Latin America, Toyota, Caoa, FCA, General Motors e Iveco.  

De acordo com o Presidente da Anfavea, Luiz Moan, esta ação realizada em conjunto com diversas marcas mostra que há um bom contato entre elas e que os diálogos estão mais efetivos. Ainda sobre a ação conjunta ele afirma que é uma forma de incentivar a compra de automóveis por meio de consórcios, já que ele pode catalizar as vendas e alavancar os resultados do setor.  

Cada empresa irá oferecer determinadas condições de pagamento. Para conhecer os benefícios disponibilizados por cada marca é fundamental procurar cada empresa através dos canais de vendas.  

Por Melina Menezes

Festival do Consorciado Contemplado


O novo C450 AMG 4MATIC aumenta ainda mais o segmento de produtos da marca de modelos de desempenho desportivo da famosa Mercedes-Benz. Isso, claro, devido à estreia de um novo modelo da AMG.

Estamos tratando aqui de uma versão de entrada bastante chamativa para o mundo da AMG, é o C450 AMG 4MATIC. O modelo em questão traz uma combinação de um motor V6 de 3,0 litros biturbo de 270 kW o que resulta em 367 cv. E tem mais detalhe que atraem os olhares para esse modelo como o desempenho do sistema de tração integral e também a tecnologia de suspensão que já conhecemos, pois foi adotada no Mercedes-AMG C 63.

Em termos mais populares essas combinações possibilitam ao motorista uma condução confortável e emocionante.

De acordo com as informações divulgadas até o momento o novo esportivo terá duas opções de versões que são a “station” e a “limousine”. Isso acaba por contribuir para a que linha de oferta de produtos seja mais extensa em relação a gama Classe C.

Já as informações que dizem respeito ao lançamento do modelo apontam que o mesmo deverá “dar as caras” no mercado apenas no 3° trimestre de 2015.

Indo um pouco mais a fundo é facilmente perceptível que o novo C 450 AMG 4MATIC tem como base fundamental o modelo de produção mais potente do Classe C, o C 400 4MATIC. O que foi feito foi uma espécie de reanálise das funcionalidades técnicas do carro desportivo da AMG.

O motor V6 biturbo de 3,0 litros pertence a mesma família de motores BlueDIRECT da Mercedes-Benz. Certas inovações na parte técnica ainda contribuíram para que os engenheiros da AMG conseguissem aumentar a potência.

O C450 AMG 4MATIC chama a atenção não apenas pelas configurações, mas também pelos detalhes de seu interior que também apresentam materiais de qualidade que contribuem ainda mais para a esportividade do carro.

Por Denisson Soares

Mercedes-Benz C450 AMG 4Matic

Mercedes-Benz C 450 AMG 4MATIC

Mercedes-Benz C 450 AMG 4MATIC

Fotos: Divulgação


O novo Ford Ka 1.0 tem um estilo superarrojado e bem moderno que combina muitas das características que se procura num carro de cidade. 

Características:

Quem desenhou o carro pensou, essencialmente, no conforto da condução. Foram acrescentadas algumas características que primam pela inovação:

  • Bancos aquecidos (muito bom para as manhãs de inverno);
  • HLA – Assistência ao Arranque em Subida – uma funcionalidade para não se deixar o carro ir abaixo em subidas ou pisos mais íngremes;
  • Possibilidade de escolha do tipo de motor pretendido – a gasolina ou a diesel. 

Além das mais recentes combinações, o Ford Ka 1.0 traz ainda funcionalidades mais básicas, mas que não deixam de ter muita importância:

  • Possibilidade de alto-falante para o telemóvel;
  • Sensores automáticos para o estacionamento;
  • Os faróis ficam ligados após sair do carro, para iluminar o caminho percorrido.

Estilo:

Por dentro e por fora, o Ka 1.0 tem muito estilo, o que lhe faz valer uma legião de fãs. Este é um carro que serve tanto para homem quanto para mulher, já que o seu design é super clean e moderno e a escolha das cores é muito variada. Os seus pormenores o tornam um carro com um aspeto muito futurista, o que traz uma sensação de segurança. O design exterior do carro é muito robusto. 

Um pormenor para se ter em conta neste carro, é o design dos faróis. Ao lado das lanternas, foram acrescentados prolongamentos em formas de asa, o que lhe confere uma sensação de rapidez e leveza na movimentação. 

Preço:

Quanto ao preço, este não é muito barato, mas é uma boa opção para quem procura um carro estável, novo e de cidade. Varia entre os R$ 35.400 e os R$ 40.000. Essa variação dependerá sempre dos extras escolhidos. No entanto, o seu preço base já contempla muita coisa, como está referido acima, nas "Características".  

Tamanho:

O novo Ford Ka 1.0 não é muito grande mas tem um tamanho suficiente para ser acolhedor por dentro e confortável e, ao mesmo tempo, ser prático para estacionar em qualquer lado da cidade. 

A página no Facebook do novo Ford Ka 1.0 reúne comentários de fãs e de utilizadores deste carro. Confira.

Por Mariana Silva

Ford Ka 2015

Ford Ka 2015

Fotos: Divulgação


A GM já começou a testar seu novo hatcback de porte médio que foi baseado no modelo mostrado no salão de Nova York, o Chevrolet Cruze Sport6 2015. 

O modelo foi visto em testes na rodovia Fernão Dias em Minas Gerais. A aparência demonstra inovações no veículo como a grade que foi reformada, além dos novos LEDs diurnos e faróis auxiliares que tornam o modelo brasileiro um pouco diferente do estadunidense.

Dentro do novo veículo existe um sistema capaz de parear até 7 aparelhos via Bluetooth, o qual também aceita comandos de voz. O carro possui uma conexão de 4G LTE da OnSatr que o torna uma espécie “hostpot WI-FI” móvel com uma tela de sete polegadas sensível a toques e portas USB adicionais. 

O layout do interior do veículo sofreu poucas alterações, tornando-se quase idêntico ao antigo, houve um acréscimo de porta-copos, nova disposição dos botões no console e o dispositivo responsável por travar e destravar as portas agora está localizado na porta do motorista. Conta também com uma atualização do sistema Mylink que dá avisos de mensagens de texto ao condutor ainda fornece uma leitura destas.

Ao abrir o capô encontramos um motor 1.8 Ecotec SIDI equipado com injeção direta de combustível flex, que fornece maior potência ao carro e diminui o esforço do motor ao empurrar o Cruze. Os motores que abastecem o modelo americano podem ser a diesel com potência de 2.0 ou a gasolina com potência de 1.4 turbo. O motor 1.8 Ecotec está inserido como o modelo mais simples e barato estadunidense.

A fabricação do Cruze por enquanto está sendo feita no Brasil em São Caetano do Sul, São Paulo, mas há informações de que a GM está em negociação com a Argentina a transferência de sua linha de produção para Rosário, cidade argentina, desta forma o veículo seria importado para o Brasil.

Chevrolet Cruze Ssport6 2015

Chevrolet Cruze Sport6 2015

Fotos: Divulgação


É cada vez mais comum nos dias de hoje a compra de carros. Algumas pessoas possuem mais de um na garagem e quem o tem economiza tempo no decorrer do dia. Todavia, para financiar um é necessário ter uma boa renda fixa para arcar com os pagamentos das parcelas. Desta forma, vamos abordar neste artigo algumas características essenciais para aqueles que pretendem financiar um carro.

Alguns bancos oferecem simulação de financiamento das faixas de preço junto às respectivas montadoras. Isso se dá, uma vez que as linhas de crédito dos bancos associados costumam ser mais baratas. Em alguns casos a prestação pode corresponder a 30% da renda do comprador, o que é considerado o percentual máximo estipulado por lei.

A pesquisa revela informações de carros com valores entre R$ 20 mil e R$ 100 mil, com 36 meses para pagar. O primeiro exemplo foi dado pelo Fiat Palio Fire, cujo valor é de R$ 23.990 e para adquiri-lo é necessário dar 20% ou 30% de entrada. No primeiro caso a parcela sai por R$ 787,16 enquanto no segundo R$ 687,00. Se o veículo estiver na faixa de R$ 30 mil, como é o caso do Volkswagen Novo Gol, que está saindo por R$ 31.440,00 as parcelas aumentam um pouco. O cliente poderá dar 20% ou 30% de entrada, como no caso anterior. Com 20% a parcela encontra-se a partir de R$ 940,19, e com 30%, o valor fica por R$ 913,75.

Entretanto, se o cliente pretende adquirir um veículo mais luxuoso, com preços mais caros, com valores que variam entre R$ 80 mil e R$ 100 mil, como o caso do Toyota Corolla, Peugeot 3008 Allure e Ford Fusion 2.5 com teto solar, os valores das parcelas poderão variar entre R$ 2.490,48 e R$ 2.901,78, para aquelas pessoas que deram entrada de 20% e entre R$ 2.184,13 e R$ 2.563,93 para quem entrou no financiamento e deu 30% de entrada.

Por Luciana Viturino

Fiat Palio Fire

Foto: Divulgação


A legislação de trânsito indica que motoristas presentes em vias encobertas da visão do que acontece em cruzamentos, nos quais podem surgir veículos de forma repentina, possuem a prioridade de seguir em frente na via. De forma prática, parte das colisões que acontece nas ruas nacionais têm como causa principal a falta de conhecimento sobre a prioridade na passagem.

Em via na qual se pode fazer ultrapassagem no lado direito, quem tem a preferência de seguir à frente é o veículo que se encontra em alta velocidade. Ultrapassagens acontecem no lado esquerdo, enquanto que o fluxo normal permanece à direita.

Possível acontecer ultrapassagem inclusive quando a via da direita tem mão contrária, desde que os motoristas observem com cuidado para saber se não existem veículos que se aproximam e trazem riscos de colisões. Fazer esse tipo de ultrapassagem tem o aparato da lei desde que feita cuidadosamente. Condutores são responsáveis por conta dos atos no trânsito.

Debate sobre pedestres também é presente nas rotinas do trânsito. Por exemplo, até mesmo quando o semáforo se encontra no verde a preferência de passagem fica à pessoa que está a pé, ao levar em conta que motoristas não podem prejudicar a integridade física de pessoas com veículos menores ou pedestres.

No momento de tirar e colocar o veículo da garagem, quem dirige deve conceder preferência para pessoas que se encontram andando na calçada, ou mesmo aos automotivos presentes na via.

O CTB indica que veículos com batedores têm total preferência para realizar ultrapassagem. Para casos do gênero, condutores devem deixar livre a faixa da esquerda. Ambulância ou outros veículos de emergências com sirene também acarretam prioridade sobre os demais, tais como viatura de polícia ou bombeiros, por exemplo.

O artigo 212 do CTB indica que veículos que se deslocam em trilhos são priorizados na passagem, o que obriga aos demais condutores pararem antes do ponto que cruza a linha férrea.

Por Renato Duarte Plantier


Com um aumento de 12,8% no mês de outubro em relação ao mês anterior, a produção brasileira de veículos automotores retorna ao patamar recorde visto em agosto. Em outubro, foram produzidos 318.701 veículos contra 265.039 do mês recordista. Quando feita uma comparação com outubro de 2011, o aumento é maior ainda e chega a 20,2%.

Entretanto, no que se refere ao acumulado do ano, o desempenho da produção apresenta queda de 3,3%. Das linhas de montagem, foram apresentados ao mercado 2.781.574 unidades, sendo que no ano passado esse número era de 2.875.857. Estas informações foram reveladas pela Anfavea (Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores).

Apesar de o setor de comerciais leves e automóveis ter demonstrado um bom desempenho, os segmento de caminhões não teve um índice satisfatório. Ocorre que, no que se refere ao primeiro grupo, houve mais incentivos governamentais como a redução do IPI, além de algumas outras medidas que ajudaram a impulsionar as vendas das montadoras.

Para o próximo ano, o governo brasileiro estuda novas medidas para manter a boa média e aumentar os índices em setores que apresentam queda.

Por Marcelo Araújo


O mês de agosto foi um marco em vendas de autos no mercado nacional. O período superou todos os recordes de vendas anteriores e as maiores montadoras obtiveram grandes margens de lucro com este impulso que foi gerado pela redução do IPI.

Uma das marcas que embarcou nesta onda foi a Audi, que em agosto registrou recorde de comercializações. A montadora teve crescimento de 14,9% em relação aos emplacamentos do ano anterior. Com isso, a marca chegou perto da BMW, que é a líder mundial em vendas do segmento premium.

Essa aproximação entre as marcas reflete o número de comercializações realizada no total dos primeiros oito meses do ano de 2012. No caso da Audi, a empresa entregou 961 mil unidades, obtendo um ganho de 12,7%. Assim, a montadora ficou a somente 2.110 veículos vendidos em relação à marca BMW referente ao mesmo período.

Além desse crescimento das vendas no mercado do Brasil, a Audi mantém seu maior número de comercializações na China, país em que obteve crescimento de 24% no número de unidades vendidas. A cada três veículos da Audi comercializados no mundo, um se refere ao mercado chinês.

Por Marcelo Araújo


Informativo divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aponta crescimento de 6,28% nas vendas do setor no 1º trimestre de 2011 em comparação ao período igual do ano passado. O resultado, positivo no confronto anual, também o foi no mensal de março contra fevereiro, base com alta de 11,29%.

Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves computaram desenvolvimento de 3,63% entre janeiro e março deste ano em comparação ao 1º trimestre de 2010, para 777.725 unidades. Entre fevereiro e março os dados desse segmento subiram 11,57%, para 288.758 unidades.

O volume de caminhões comercializados no acumulado de 2011 também foi positivo. A alta encontrada chegou a 26,92% no comparativo anual, para 39.413 unidades, assim como também ocorreu no confronto mensal, com índice positivo de 14,11%, para 14.488 unidades no mês de março.

As vendas de ônibus também registraram evolução. No 1º trimestre do ano a ascensão foi de 25,03% em relação ao período análogo de um ano antes, para 8.068 unidades. Em março versus fevereiro, assim como nos demais ramos, os dados foram positivos. No segundo período o incremento chegou a 10,92%, para 2.925 unidades.

Mais modestos foram os emplacamentos de motos, com diferença positiva de 8,21% para o 1º trimestre de 2011 em detrimento ao acumulado de janeiro a março de 2010, ou 438.647 unidades. Em março, o crescimento abraçou índice de 10,31% ante fevereiro, para 160.298 unidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostrou que o número de carros vendidos entre janeiro a março deste ano aumentou 6,28% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os números revelam que nos três primeiros meses de 2010 o número de emplacamentos de veículos (automóveis, caminhões, ônibus, motos, entre outros tipos) foi de 1.219.115. Já em 2011, na mesma época, atingiu o marco de 1.295.716 unidades emplacadas.   

Foram comercializadas, de janeiro a março de 2010, 750.504 unidades de veículos das categorias automóveis e comerciais leves, e em 2011 esse valor foi de 777.725, registrando alta de 3,63%.

O segmento de caminhões foi o que teve maior crescimento, pois em relação ao primeiro trimestre, foram vendidos 39.413 caminhões em 2011 e 31.053 unidades em 2010, o que mostra uma elevação de 26,92%.

Já o número de motos comercializadas obtido em 2011 foi de 438.647, isto é, 32.960 unidades a mais em relação ao mesmo período de 2010.

Estima-se que o segmento automotivo continue a apresentar alta e esse crescimento deve chegar a 5,2% nesse ano.

Por Andrea Gomes


Montadora estrangeira de boa aceitação no país, a Kia Motors Corporation divulgou dados de fevereiro relacionados às suas vendas mundiais de carros de passageiros, veículos comerciais e veículos de lazer.

No mês, a fabricante registrou a comercialização de 169.727 unidades, salto de 18,5% sobre fevereiro de 2010. A alta, afirma a Kia, foi sentida em todas as regiões do globo, com destaque para a América do Norte, com expansão de 35,6% nas vendas. Na Europa, outra região de grande sucesso no período, o índice constatado foi de 18,6%.

A Coreia do Sul, por sua vez, observou crescimento de 17,5% no confronto anual de fevereiro, percentual não muito superior em relação ao constado nos mercados gerais (América Central, América do Sul, Caribe, Oriente Médio, Pacífico, África e Ásia, com exceção da própria Coreia e da China), de 15,3%. Os chineses contraíram salto de 5,4%.

A Kia ressalta que as vendas de janeiro e de fevereiro, acumuladas, avançaram 18,9% sobre o mesmo período de um ano antes, para mais de 349,1 mil unidades. O Kia Cerato permanece na liderança de vendas da montadora, seguido pelo Sportage e pelo Rio. O Sorento e o Soul aparecem mais atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave


O segmento de veículos automotores é um dos que mais movimenta cifras pelo país e pelo mundo. O Brasil, atualmente 4º maior mercado em todo o globo, continua a apresentar crescimento em seus números, propiciando para as montadoras nacionais e estrangeiras terreno fértil para a expansão de suas atividades e aumento das vendas.

Dados divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) apontam que a produção de veículos automotores, no país, chegou a 261,8 mil unidades em janeiro, o maior volume já registrado para o mês, superando o recorde anterior pertencente ao ano de 2008.

Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, embora tenha ocorrido aumento na produção de carros, os níveis de estoques estarão dentro da normalidade dentro de 34 a 36 dias.

Se 2010 foi um período muito bom para o setor, as perspectivas para 2011 não são tão boas assim, embora ainda sejam positivas. Segundo a Anfavea, o crescimento deve chegar no índice de 1,1% no referente à produção de autoveículos, porém pode recuar 3,9% se destacadas máquinas agrícolas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


O mercado brasileiro de veículos automotores é um dos melhores em todo o mundo, mais precisamente o quarto, atrás somente da China, dos Estados Unidos e do Japão. As fabricantes asiáticas, singularmente, observaram bem o potencial tupiniquim e estacionaram seus modelos com bom êxito, com destaque para a Chery.

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Independente dessa constatação, a General Motors quer ampliar suas vendas por aqui. Até o final de 2011, ressalta a GM, quatro exemplares inéditos serão lançados. O Chevrolet Cruze parece ser um desses.

De acordo com notícia divulgada pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) com base em informações divulgadas pela Folha Online, outro lançamento que deverá ser emplacado é o Spark, podendo substituir o tradicional Celta.

Segundo a Federação, um crossover compacto proveniente do Agile poderá vir a entrar no lugar da picape S10, além de uma minivan, substituindo a Zafira ou a Meriva.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria automobilística mundial encontra-se em um momento de, por um lado grandes avanços tecnológicos com a produção de modelos cada vez mais sofisticados, e por outro, uma acirrada disputa por mercados alimentada justamente por essa profusão de modelos requintados e luxuosos ou simplesmente de baixo custo, mas com desempenho, eficiência e qualidade.

Neste panorama montadoras tradicionais como, por exemplo, a inglesa Jaguar, requintada fabricante de sedãs de luxo, de linhas elegantes e estilo esportivo, cheios de glamour agora percebeu a necessidade que o mercado lhe impõe de aumentar seu portfólio de modelos, conforme matéria do site Carros IG, com informações do site autocar.

A empresa inglesa chegou à conclusão que precisa oferecer modelos diferentes da sua gama tradicional, conquistando outros nichos de mercado. Conforme a matéria citada a Jaguar pretende produzir um utilitário de porte pequeno. Um crossover que possa modificar a imagem da montadora de só produzir sedãs. Além deste modelo, a empresa pretende produzir também uma perua do seu tradicional sedã XF, visando o segmento dos carros maiores com estilo família.

Embora não tenha divulgado a data do inicio da produção destes modelos, a notícia por si só trará mais oxigênio e opções para o mercado mundial de automóveis com modelos que tem segmentos em crescimento e que contará com a tradicional marca Jaguar.

Por Mauro Câmara


A crise financeira mundial prejudicou as atividades em todos os locais do planeta. De acordo com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, o país foi um dos últimos a fazer parte do colapso e o primeiro a deixá-lo devido a adoção de incentivos fiscais e outras medidas mais.

Uma das iniciativas adotadas pelo governo foi a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção, vigente até março último aos dois primeiros segmentos citados.

A comercialização de veículos, em março, foi recorde, ocasião já prevista como insuperável em 2010. Mesmo assim, o final do ano mostra-se bem positivo, pois o mês passado conjeturou-se como o segundo melhor período da história, uma vez que foram licenciados quase 311,5 mil automóveis e comerciais leves novos. De acordo com o portal de Economia UOL, em percentagens houve avanço de 8,3% ante outubro e 30,6% acima do mês similar de 2009.

Em março, último mês da exoneração do IPI (portanto, motivador para os consumidores), pouco mais de 337,3 mil automóveis e comerciais leves foram vendidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Carros antigos, sucesso absoluto entre o público, aparecem de vez em quando no mercado mundial, porém com inúmeras reformulações em conformidade com os gostos do mundo contemporâneo, desde adequações nas linhas de design até reformulação de motor, redesenho do painel, volante, entre outros.

Informações levantadas pelo jornal norte-americano The New York Times supõem que a montadora Ford estaria confeccionando um modelo para substituir o Ford GT, mas com escopo na motorização elétrica ou híbrida, assim como o Volt, da GM.

Embora não existam informações concretas, os modelos híbridos ou elétricos, em alta no segmento, podem incitar a Ford a ingressar nesse nicho. De acordo com o Car Magazine, em breve o mercado poderá observar a disposição de um modelo esportivo com base na propulsão voltada ao slogan “ecologicamente correto”.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) nesta última segunda-feira, 02 de agosto, o mês de julho deste ano obteve um aumento de 15,08% nas vendas de veículos novos em relação ao mês anterior.

No total foram 302.407 veículos vendidos em julho, contra 262.773 unidades emplacadas em junho de 2010. Considerando os sete primeiros meses deste ano, a indústria automobilística brasileira já vendeu 1.882.117 veículos, o que em relação ao mesmo período do ano anterior representa um aumento de 8,48%.

A elevação nas vendas foi verificada inclusive em relação ao mês de julho do ano anterior em 6%, onde vigorava os preços com redução do IPI.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Diário do Grande ABC


Após o término da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 31 de março, o setor de veículos automotores vem apresentando baixa nas vendas, como já era de se esperar. No entanto, a comercialização de automóveis bateu recorde no período de janeiro a abril, com mais de 1 milhão de unidades emplacadas.

Em abril, o número de licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus atingiu quase 280 mil unidades. Mesmo assim, Cledorvino Belini, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), vê o quarto período do ano como bom.

O portal dinheiro do Folha UOL indica existir cenário positivo no segmento, pelo menos entre 2010 e 2012, pois receberá investimentos superiores a US$ 11 bilhões, voltados ao desenvolvimento de produtos, adequação no âmbito tecnológico e melhorias nos processos de fabricação e comercialização de veículos.

Leia mais no Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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