Elegantes, simpáticos, bonitinhos. São essas algumas das palavras destinadas aos veículos MINI, pertencentes ao Grupo BMW. Os modelos já ilustraram vários filmes de grande sucesso de Hollywood. Pelo Brasil, aqueles que os têm geralmente gostam de aproveitar um belo domingo de sol para um passeio pelas ruas e avenidas.

No dia 24 de março, a cidade de Brasília recebeu a primeira loja da MINI, batizada Welt MINI. Por lá já são encontrados veículos da marca, bem como acessórios e a linha MINI Lifestyle. Os brasilienses terão, finalmente, a oportunidade de averiguar de perto o design elegante dos carros dispostos.

De acordo com Martin Fritsches, diretor da marca no país, o Grupo BMW atravessa bom momento no Brasil e no continente latinoamericano, com entrega de quase três mil unidades nas terras brasileiras em dois anos de mercado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O número de concessionárias espalhadas pelo país cresce vigorosamente a cada ano. Em 2010, as chinesas Chery e Lifan inauguraram unidades em vários estados e a JAC Motors, outra recém-chegada, já disponibiliza aos brasileiros uma loja inaugurada há poucos dias, próxima ao CEAGESP de São Paulo.

O grupo SHC, que conta com concessionárias da fabricante Citroën, acaba de anunciar seu mais novo ponto na capital paulista, mais precisamente na Avenida Bandeirantes (Itaim Bibi), um dos locais mais movimentados da cidade por estar próximo de grandes empresas e do aeroporto de Congonhas, além de se situar no caminho para o Porto de Santos.

A expectativa de vendas na nova Francecar é alta. De acordo com Domingos Boragina Neto, diretor-comercial da Citroën do Brasil, os números devem chegar a 100 veículos novos e outros 40 seminovos por mês, a serem completados pela disponibilidade de serviços e peças aos clientes da fabricante.

A inserção de uma nova unidade deve complementar os índices positivos da Citroën em terras brasileiras entre janeiro e fevereiro deste ano, pois as vendas subiram mais de 57% em comparação ao primeiro bimestre de 2010, para 14.524 unidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Citroën


Com destreza, o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi particularmente bom em 2010. A economia brasileira, que por décadas sofreu problemas relacionados à inflação, conquistou bons índices no período, com destaque ao Produto Interno Bruto (PIB), que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abocanhou alta de 7,5% no ano.

O setor de veículos automotores soube muito bem aproveitar os estímulos fiscais concedidos pelo governo; quando esses incentivos cessaram foi a vez das montadoras nacionais e estrangeiras promoverem feirões, promoções e descontos de todos os tipos para a concretização de suas vendas.

Entre a expansão e as projeções positivas, a Nissan do Brasil anunciou a inauguração de sua 100ª concessionária dentro do país, a Katana, edificada em Itumbiara, Sul de Goiás. Nos últimos quatro meses, ressalta a fabricante, 12 unidades da marca foram abertas. Esse bom aumento reflete as expectativas da montadora de alcançar, em três anos, 5% do mercado nacional.

A abertura de novas concessionárias converge com a chegada de um novo veículo ao país, o Nissan March, o primeiro carro popular proveniente do Japão. Informações ditam que o modelo virá equipado com motor de 1.0 16V Flex, proveniente da Renault, e de 1.6 16V, atualmente equipando a minivan Livina.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave


Com números excepcionais em 2010, o segmento de veículos automotores no Brasil, tem acarretado avanço nas vendas das montadoras por aqui instaladas, além do ingresso e comercialização mais amplos de automóveis provenientes do exterior. Os investimentos das fabricantes estrangeiras devem ser ainda mais extensos nos próximos anos, uma vez que o mercado interno tem correspondido bem às expectativas.

Um dos mais recentes casos passíveis de exemplo é o grupo Citroën Le Man, que deve investir R$ 13 milhões para a abertura de duas concessionárias na cidade de São Paulo, uma localizada no Bairro do Limão, zona norte, e outra na Vila Prudente, zona leste. Com isso, 80 oportunidades de emprego devem ser geradas. A iniciativa deve incidir na comercialização de aproximadamente 3.840 unidades por ano, entre novos e seminovos.

Segundo Domingos Boragina, diretor-comercial da Citroën do Brasil, além de 200 carros novos e outros 120 seminovos mensais, o grupo quer mais dois pontos de atendimento completos em serviços, peças e vendas. Para Rodrigo Stefanini, diretor do Grupo Citroën Le Man, a comercialização de quase 9,4 mil unidades em 2010 foi recorde e para 2011 a previsão de crescimento é de 33%, para 12,5 mil unidades.

O Aircross, novo no mercado brasileiro, contribuiu amplamente para o sucesso de vendas da marca em 2010 no país. O C3, já tradicional por aqui, continua a apresentar bons resultados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Citroën (release)





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