Leves mudanças que fazem toda a diferença, é o que descreve a linha 2013 da Mitsubishi, que agora conta com uma nova suspensão e outras versões.

Desde 2007 não foram feitas muitas alterações no design desse veículo, mas a versão HPE, está com novos faróis, com alguns contornos cromados, além dos parachoques dianteiros que também passaram por mudanças. Outra novidade está no belo acabamento dos bancos da picape.

Também há a versão Savana, mais esportiva e com uma estrutura mais agressiva, a qual possui bancos com revestimento removível de neoprene, snorkel, protetor de cárter de aço-carbono, rack de teto, caixa de ferramentas, pranchas de desencalhe e para facilitar a limpeza do automóvel, os carpetes são de borracha.

Já as versões mais casuais, como GL, GLS e GLX continuam com o mesmo visual, a única coisa que modificada foi uma caçamba alongada, com 1,50m.

O fator mais relevante na nova linha da Mitsubishi é a suspensão, denominada de Sport Dynamic Suspension, agora com amortecedores Full Displacement, que dão total conforto ao condutor sem contar a estabilidade.

Segundo informações da empresa, a L200 Triton 2013 chegará ao mercado já no fim desse mês, enquanto que a versão Savana estará disponível apenas no fim de julho. Os valores variam entre  R$ 83.990 e R$ 121.490.

Por Camila Caetano


No primeiro trimestre de 2010 as concessionárias de veículos automotores novos agregaram grandes vendas devido ao benefício fiscal concedido pelo governo como medida para espantar a crise financeira mundial, ou seja, quando já fora determinada a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Em novembro, embora em menor grau, a comercialização de carros voltou a contabilizar bons números, tanto que o mês foi considerado como o 2º melhor da história para o segmento. Uma tendência no Brasil (otimismo, em grande parte) tem regido a preferência de alguns consumidores pelos veículos fabricados no exterior.

Informações emitidas pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) revelam que em outubro, porém, o emplacamento de carros importados recuou 11,1% em comparação a setembro, ou seja, 10.513 unidades no primeiro período contra 11.830 do anterior.

Para José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, se os importadores tivessem conseguido suprir os brasileiros com as quantidades encomendadas para o final de 2010, possivelmente não haveria diminuição nos emplacamentos. Isso ocorreu, conforme menção emitida à Car Magazine UOL, em virtude da recuperação de inúmeros mercados globais, pungindo, portanto, o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei





CONTINUE NAVEGANDO: