O ramo de veículos automotores brasileiro está atento e preocupado com a alta de automóveis importados no último ano, situação que deve impulsionar a adoção de medidas para proteger a indústria local. Levantamento edificado pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) identifica que houve expressivo aumento entre as marcas chinesas.

No ano passado, de acordo com a associação, o número de carros da China vendidos no Brasil chegou a 17.266 unidades, salto de 608,5% em comparação aos emplacamentos realizados um ano antes (2.437 unidades).

Embora novata no país, a Chery parece ter se dado muito bem, tanto que comercializou mais de sete mil veículos entre janeiro, mês em que aportou por aqui, e dezembro. Outra fabricante asiática, a Hafei, ficou na segunda colocação na lista das montadoras daquele país, com a venda de mais de 4,2 mil veículos.

De acordo com o Car Sale UOL, a Effa Hafei ficou atrás de ambas, com pouco mais de 3,9 mil emplacamentos, mas à frente da Chana e da Lifan, com vendas de 868 e 703 unidades, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado brasileiro de veículos automotores é o 4º maior do mundo (anteriormente ocupava a quinta posição, atualmente ostentada pela Alemanha). A tendência é de melhorias, tanto que dezembro passado foi o melhor mês da história para o setor, segundo cálculos relacionados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A Fiat manteve a liderança no transcorrer de 2010 entre os veículos de passeio, mas foi a Kia Motors que surpreendeu em seus números. De acordo com o Car Sale UOL, dentre as 15 maiores montadoras de automóveis dentro do Brasil, a fabricante situou-se como a mais bem sucedida em termos evolutivos nas vendas em comparação a 2009.

Em 2010, 54.445 unidades foram comercializadas, alta de 125,5% sobre um ano antes. Com esse resultado, a sul-coreana aumentou sua participação no mercado tupiniquim, de anteriores 0,8% para 1,64%.

Na visão de José Luiz Gandini, presidente da Kia no Brasil, a tecnologia, qualidade e design dos produtos asseguraram esse recorde de vendas. Para 2011, as ambições são ainda mais amplas; a Kia prevê comercializar 107 mil veículos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de veículos automotores brasileiro contou com importantes estímulos fiscais no final do ano passado e início de 2010, incentivando e quase empurrando os consumidores às concessionárias. Março foi o melhor de toda a história do segmento e o mês passado, novembro, o 2º mais bem sucedido.

As vendas de carros, novos ou usados, têm incitado, por outro lado, alguns efeitos colaterais sentidos principalmente nas grandes capitais brasileiras: congestionamentos e aumento da poluição – daí a tendência de as montadoras se especializarem nos veículos ecologicamente corretos.

Em 2010 o Brasil ultrapassou a Alemanha no ranking de grandes mercados pelo mundo e ocupa agora a 4ª colocação. Dados divulgados pela JATO Dynamics (com base em veículos de passeio) elucidam que os germânicos parecem não ameaçar o lugar da nação brasileira no ranking devido aos últimos resultados.

Enquanto a líder China sustentou recente aumento de 38% na comercialização de automóveis, os Estados Unidos abraçaram percentual de 10,7% e o Japão, terceiro maior mercado, 6,3%. O Brasil, por outro lado, avançou 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Quatro Rodas


No primeiro trimestre de 2010 as concessionárias de veículos automotores novos agregaram grandes vendas devido ao benefício fiscal concedido pelo governo como medida para espantar a crise financeira mundial, ou seja, quando já fora determinada a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Em novembro, embora em menor grau, a comercialização de carros voltou a contabilizar bons números, tanto que o mês foi considerado como o 2º melhor da história para o segmento. Uma tendência no Brasil (otimismo, em grande parte) tem regido a preferência de alguns consumidores pelos veículos fabricados no exterior.

Informações emitidas pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) revelam que em outubro, porém, o emplacamento de carros importados recuou 11,1% em comparação a setembro, ou seja, 10.513 unidades no primeiro período contra 11.830 do anterior.

Para José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, se os importadores tivessem conseguido suprir os brasileiros com as quantidades encomendadas para o final de 2010, possivelmente não haveria diminuição nos emplacamentos. Isso ocorreu, conforme menção emitida à Car Magazine UOL, em virtude da recuperação de inúmeros mercados globais, pungindo, portanto, o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial prejudicou as atividades em todos os locais do planeta. De acordo com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, o país foi um dos últimos a fazer parte do colapso e o primeiro a deixá-lo devido a adoção de incentivos fiscais e outras medidas mais.

Uma das iniciativas adotadas pelo governo foi a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção, vigente até março último aos dois primeiros segmentos citados.

A comercialização de veículos, em março, foi recorde, ocasião já prevista como insuperável em 2010. Mesmo assim, o final do ano mostra-se bem positivo, pois o mês passado conjeturou-se como o segundo melhor período da história, uma vez que foram licenciados quase 311,5 mil automóveis e comerciais leves novos. De acordo com o portal de Economia UOL, em percentagens houve avanço de 8,3% ante outubro e 30,6% acima do mês similar de 2009.

Em março, último mês da exoneração do IPI (portanto, motivador para os consumidores), pouco mais de 337,3 mil automóveis e comerciais leves foram vendidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para quem pensa em adquirir o Novo Uno 2010, certamente o maior diferencial para a opção pelo modelo será o seu novo design, todo renovado e reestilizado, deixando para trás a forma quadrada e cheia de linhas retas. Esse modelo surpreendeu em inovação de design, sem dúvida, mostrando uma dianteira que aparece com faróis maiores e arredondados, uma grade inferior e dois faróis de milha.

A traseira do Novo Uno 2010 passou por uma mudança mais acentuada e ganhou duas lanternas redondas nas colunas laterais e um aerofólio com luz de freio integrada. A motorização do Novo Uno 2010 está disponível em quatro versões: Uno Vivace 1.0 Flex, Uno Way 1.0 Flex, Uno Attractive 1.4 Flex e Uno Way 1.4 Flex.

A potência dos motores 1.0 é de 73/75 cavalos com gasolina/álcool, e a potência dos motores 1.4 é de 85/88 cavalos com gasolina/álcool. Os preços variam conforme as versões: o Vivace 1.0 custa R$ 25.550,00, o Way 1.0 custa R$ 26.690,00, o Attractive 1.4 custa R$ 29.280,00 e o Way 1.4 custa R$ 30.070,00. Preços condizentes para as versões do carro mais econômico do Brasil.

Por Gerson de Morais


Com a primeira geração produzida na longínqua e inesquecível década de sessenta, mas surpreendentemente fascinante mesmo com o passar do tempo, o Chevrolet Camaro ressurgirá em Outubro no mercado brasileiro para seduzir aqueles que não o conhecem e com certeza fazer reviver muitas emoções naqueles que tiveram o privilegio de conhecer a primeira geração do esportivo que cativava pela potência e pela rebeldia.

E tanto o carro é quase uma lenda que a Chevrolet irá lançar um hot site para o modelo e um Twitter oficial para este que é um dos principais lançamentos da marca no país neste ano e será com certeza uma das grandes atrações da montadora no Salão de São Paulo que ocorrerá no final de Outubro no Anhembi.

A nova versão deste esportivo para o mercado nacional será o V8 com motor em alumínio de 6.2 Litros e 16V, possuindo mais de 400 CV de potência e com transmissão de seis velocidades. Uma máquina a altura da paixão que despertou e com certeza despertará nos apaixonados por carros esportivos e potentes, ainda mais revestidos com esta aura de aventura que o modelo carrega.

Seu desenho trás muito ainda da versão original, no entanto suas linhas estão mais modernas, equilibradamente elegantes sem perder a imponência do modelo original. Ele é hoje um esportivo de aspecto ágil e agressivo, potente e que tem tudo para reacender a paixão ardente do passado.

Fotos: Divulgação

Por Mauro Câmara


A BMW apresenta seu novo carro que em breve poderá circular pelas ruas do Brasil com um sistema de navegação totalmente adaptado ao contexto do nosso país.

Além dessa adaptação, o novo BMW apresenta-se em tamanho maior, contrariando a tendência de carros cada vez menores, para andar nas cidades em franco crescimento.

O conforto do carro foi melhorado, agora com bancos mais altos e equipados com sistema de direção elétrica.

Com um carro tão grande para espaços pequenos como as grandes cidades, o sistema de estacionamento automático integrado ao novo BMW caiu como uma luva e permitirá que os motoristas tenham a falta de espaço para manobrar compensada por maior precisão espacial.

Por Jeferson Vainer.


Esta é a nova estratégia de vendas das montadoras no Brasil, isto porque demora mais a desvalorização do semi-novo e dar a sensação ao cliente de estar comprando a novidade do mercado.

Por exemplo, se comprarmos um carro modelo 2011 em março de 2010 e vendermos o carro no final de dezembro de 2011 ainda assim estaremos com um carro do ano para ser vendido, o que o torna bem menos desvalorizado e mais procurado pelos clientes.

As concessionárias também têm mais tempo para vender o seu estoque e facilita promoções e impede de ficar com carros desatualizados, pelo menos no ano de seu modelo.

Mas temos que ter receio com algumas tendências, afinal cada vez mais cedo estão antecipando os lançamentos, o que parece que daqui a pouco tempo irão lançar carros 2014 no ano de 2012.

Por José Alberi Fortes Junior





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