Mercado registra aumento de 5% nas vendas no mês, mas ainda possui uma queda anual de 20,3%.

Com 174.792 carros vendidos neste mês de julho, o ano de 2016 está 20,3% abaixo do acumulado do mesmo período de 2015. Neste intervalo de 7 (sete) meses, 1.125.998 carros e comerciais leves foram vendidos em 2016, contra 1.489.319 do ano anterior. As vendas subiram 5,04% em relação ao mês de junho, onde 166.409 unidades foram comercializadas.

O volume diário foi de 8.323 carros por dia, que também foi um recorde comparado aos meses anteriores. Mas nada disso alivia a situação dramática em que a queda das vendas se encontra.

A GM mais uma vez foi a marca mais vendida no Brasil, com 29.581 carros, representando 16,9% do total vendido no Brasil.

Com apenas 872 carros a menos, representando 16,4 % do total, a Fiat reagiu a queda dos meses anteriores e se aproximou da campeã. Foram 28.709 exemplares vendidos.

Em terceiro lugar e com uma diferença considerada, a Volkswagen negociou 21.504 unidades e ficou na marca dos 12,3%.

Da quarta a sexta posição, as montadoras ficaram na casa dos 16 mil carros. Toyota com 16.855 (representando 9,6%), Ford com 16.756 (em empate técnico em porcentagem com a Toyota) e Hyundai com 16.101 (ficando em 9,2% do total).

Em 7º (sétimo) lugar a Renault ficou com 7,7% das vendas e um número de 13.372 veículos. Sendo a última do ranking entre as montadoras que venderam mais de 10 mil carros.

Abaixo da marca dos 10 mil, temos a Honda com 8.621 carros, Nissan com 5.368 e Jeep com 4.793, respectivamente do 8º (oitavo) ao 10º (décimo) lugar.

Em ordem classificatória decrescente, a partir do 11º lugar, encontramos a Mitsubishi com 2.126, Peugeot com 2.089, Citroën com 1.811, Kia com 1.276, BMW com 1.128, Mercedes-Benz com 1.067, Audi com 945, Land Rover com 543, Volvo com 301 e Suzuki com 272 veículos, fecham até a posição de número 20.

A partir do 21º colocado até o 30º, conforme tabela divulgada no site da Auto Informe, 1397 carros foram vendidos, mas isso representa um pouco mais que 1% do total. Em 21º vem a Lifan, seguida por JAC, Iveco, Chery, Subaru, Troler, MINI, Porsche Dodge e Jaguar, em último.

Por: Fernando Dias


No mês de julho de 2016 a queda na venda do setor de automóveis e comerciais leves foi de 20,3%.

Como se sabe, a crise afetou consideravelmente vários setores no Brasil. Prova disso são os dados divulgados pelo Registro Nacional de Veículos Automotores, o Renavan.

Conforme este, no mês de julho de 2016, a queda na venda do setor de automóveis e comerciais leves foi de 20,3% no comparativo com o mesmo período do ano de 2015. Porém, na relação com o mês de junho deste ano, o crescimento apontado girou em torno de 5%.

Sendo assim, destaca-se que a General Motors (GM) foi a líder no setor no mês passado, com a venda aproximada de 29.580 carros. Em segundo lugar, a Fiat entrou no ranking com a comercialização de 28.711 unidades da montadora. Ainda, a Volkswagen (VW), que tem sofrido prejuízos por não estar conseguindo receber peças para fabricar e montar os seus veículos no Brasil, ficou com o terceiro lugar, com a venda de 21.509 carros da sua marca.

Conforme a montadora, a Volkswagen do Brasil possui quatro fábricas no país. Destas, três estão paralisadas por motivos de problemas no abastecimento das autopeças, fato este que prejudica a montagem de novos veículos da marca. Outro fato alarmante é que, até o final desta matéria, ainda não havia nenhuma previsão de retorno das operações de qualquer uma das unidades.

Continuando então, na relação e sequência das posições do ranking, a Toyota comercializou 16.855 automóveis, rendendo-lhe o quarto lugar. A mesma foi seguida pela Ford com 16.754 unidades e a Hyundai com 16.101 automóveis e comerciais leves.

Com isso, as vendas de carros totalizaram durante este ano, até o momento, 1.127.734 unidades. Na comparação com o mesmo período do ano passado, ou seja, de janeiro a julho de 2015, este valor representa um volume menor de veículos de 24,4%.

No quadro geral de todo o ano, portanto, a GM novamente ficou com o primeiro lugar, com 187.108 carros, seguida pela Fiat com 172.466 unidades da licenciada. Em terceiro lugar, a VW aparece com a comercialização de 148.284 veículos. A quarta posição é da Hyundai com 112.062 carros, seguida pela Toyota com 102.320 unidades.

Já a montadora Ford aparece com 97.521, seguida pela Renault com 83.227, a Honda com 71.331. A Jeep aparece, ainda, com 31.101 automóveis e comerciais leves.

Por Kellen Kunz

Venda carros


Com a crise econômica, o setor automobilístico também sofre as consequências. Em julho de 2015, o número de veículos emplacados caiu mais de 19%, registrando 84,2 mil veículos a menos nas vendas em comparação com o mesmo período do ano passado.

A crise na economia brasileira atingiu também o mercado automobilístico. Em comparação com o mês de julho do ano passado, o número de veículos emplacados caiu mais de 19%. O número registrado no ano foi de 84,2 mil veículos a menos do que no ano passado, onde o número de veículos com novo emplacamento foi de 436,6 mil. 

Os números registrados incluem veículos como automóveis comerciais leves, motocicletas, ônibus, veículos rodoviários e de outros tipos. Os índices foram divulgados na última segunda-feira (dia 3) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). A entidade representa atualmente cerca de 8 mil concessionárias por todo o país.

Se for comparado com o mês de junho deste ano, no entanto, o número de emplacamentos subiu 6,9%. Ao analisar o acumulado do ano, a queda é de 17,8% em relação ao mesmo período no ano de 2014. Nos primeiros sete meses deste ano foram emplacados cerca de 2,4 milhões de unidades automotivas, e no ano de 2014, o número era de 2,9 milhões no mesmo período.

Segundo a fundação, o aumento em relação ao mês de junho foi impulsionado graças ao calendário. O mês de julho possuía 23 dias úteis e o mês de junho somente 21. Um aumento discreto nos dias úteis, mas que já impulsionou um leve aumento no número de vendas.

Porém, em todos os segmentos, segundo a média, o saldo permaneceu negativo em 2,09% durante os dias úteis. O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior faz uma projeção ainda mais negativa para o setor durante todo o ano de 2015. Segundo ele, a queda poderá chegar a 20% no setor.

Para os veículos comerciais leves, a queda foi de 21,58% em relação ao mesmo mês do ano passado, já os caminhões registraram queda de 42,95% em seus novos emplacamentos. Os ônibus somaram 26,46% a menos emplacamentos do que em 2014, segundo a pesquisa.

A grande queda no número de caminhões emplacados parece estar ligada diretamente à queda do consumo brasileiro. Como o comércio está desaquecido, o transporte de produtos sofre queda e, consequentemente, o número de vendas de caminhões diminui, superando a queda de automóveis leves e de ônibus.

Por Patrícia Generoso

Venda de veículos

Foto: Divulgação


Queda nas vendas de veículos foi de 20,7% entre os meses de janeiro a junho de 2015.

O fraco desempenho da economia brasileira está afetando profundamente o mercado de automóveis no país. Na comparação com 2014, as vendas de veículos neste primeiro semestre de 2015 sofreram uma queda de 20,7%, de acordo com o que informa a Fenabrave.

Os dados mostram que foram emplacados 1.318.985 carros, caminhões e ônibus entre os meses de janeiro e junho. Este número é o pior resultado para o período desde o ano de 2007, quando apenas 1.082.257 unidades foram comercializadas.  

No primeiro semestre de 2014, foram emplacados exatos 1.662.837 unidades de veículos no país. As previsões de queda de vendas para este ano estão aumentando à medida que os meses passam e os consumidores estão respondendo negativamente ao mercado de carros novos. Em janeiro, a estimativa era de uma queda de 10% nas vendas sobre 2014. No mês de maio, a projeção foi revisada para 18,9% e, agora, está em 23,9%. Isso significa que a expectativa é que sejam vendidos 2.662.857 veículos, cerca de 834 mil unidades a menos que o ano passado.   

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção, o país "perde um México este ano, em relação ao volume de carros vendidos". Para os automóveis e comerciais leves – picapes e furgões – a baixa para o ano é prevista para 23%, totalizando 2.563.126. A comparação feita por Assumpção leva em conta o volume de automóveis que deixarão de ser vendidos no Brasil com o total de emplacamentos de carros no mercado mexicano em 2014. 

Na América Latina, Brasil e México caminham juntos na supremacia de produção de veículos. No quesito vendas, o mercado brasileiro ainda é bem inferior ao dos irmãos latinos.   Em relação aos veículos maiores, como caminhões e ônibus, a queda deve ser ainda mais acentuada e preocupante. É esperado que neste ano a queda neste segmento de veículos chegue a 41%. Caso a previsão seja confirmada no final do ano, também será o pior ano desde 2007.   

Neste primeiro semestre de 2015 o Fiat Palio continuou como o domínio do mercado, sendo o mais vendido. Foram 62.757 unidades vendidas, contra 55.789 do segundo colocado, o GM Onix. O Volkswagen Gol que liderou o mercado brasileiro por muitos anos e é considerado o principal rival do Fiat Palio, conseguiu vender 44.900 unidades até o momento.   

Em relação às marcas, a Fiat segue como a principal montadora do país com 18,64% de participação. GM com 16,07% e Volkswagen, com 15,5%, completam os três primeiros. A Jeep, que está investindo pesado no país, apareceu pela primeira vez entre as 15 marcas mais emplacadas entre os automóveis, com 8.664 unidades vendidas de janeiro a junho.   

Devido ao fraco ritmo de vendas, foram cortados 12 mil empregos nas concessionárias neste primeiro semestre. Cerca de 242 lojas foram fechadas. A expectativa é que até o final do ano, mais 8 mil vagas sejam cortadas.

Por William Nascimento

Compra veículos


O Gol foi considerado por 27 anos como o carro mais vendido do Brasil. Mas, agora, após quase 10 mil dias na liderança, foi derrotado pela comercialização do Palio. Nesta semana, de acordo com dados da Fenabrave, a Fiat superou a Volkswagen com 153.600 unidades contra 153.443.

A mudança de patamares começou há aproximadamente seis meses. Segundo análises, o modelo Gol 5, ao utilizar componentes provenientes do Polo passou a apresentar quedas na venda após a chegada de modelos na mesma faixa de preço, contudo, mais modernos.

Até então, somente uma única vez o Gol correu o risco de perder a liderança por alguns dias. Em 2007, o Palio iniciou com uma vantagem de menos de 500 veículos. Entretanto, depois a diferença se rompeu e a VW retornou com ampla comercialização.

Nas demais temporadas, o Gol se manteve bem, quando assumiu o elevado nível em 1987, após perder por quatro anos para a Chevrolet. Esta ganhou em 1983 com o Chevette e por três anos consecutivos com o Monza. Já anteriormente, o Fusca era o carro que dominava todas as vendas de automóveis no país. Isso acontecia desde 1959.

Hoje, o mercado no geral, quando levado em consideração os compactos, é dominado pela Fiat e Volkswagen. Com alta comercialização também dos demais modelos, como Fox, Polo, Uno e Up!.

Entretanto, os gostos e as condições financeiras dos consumidores têm alterado. O Onix e o HB20, em São Paulo, têm alcançado muitas vendas, apesar de serem mais caros. Essas marcas estão comemorando, pois elas mantêm as vendas, mesmo com modelos com o valor mais elevado. Tudo isso, porque investem em novidades.

Dados mostram que em cinco anos, até o mês de outubro de 2014, a Fiat havia perdido 3% de mercado e a Volkswagen, 7%.

Enquanto isso, as oscilações continuam. Novos lançamentos tentam balançar o mercado. O Gol, por exemplo, lançou uma versão ainda mais em conta, por apenas R$ 27 mil.

Por Camila Caetano

Fiat Palio

Foto: Divulgação

 


Mais um mês com saldo positivo para a Fiat na venda do Palio, superando a comercialização do Gol, embora a linha hatch da Volkswagen tenha terminado o mês de setembro como o quarto mais vendido do mercado e ainda líder no gosto popular.

Em um momento de crise no setor automobilístico a briga fica mais acirrada entre os concorrentes na disputa pela preferência do consumidor, e por isso estar entre os mais vendidos pode ser motivo de comemoração. A Ford também aparece na lista entre os 15 mais vendidos. Um grande diferencial está no preço, já que a variação entre eles está em menos de R$ 6 mil.

Setembro é o quarto mês seguido onde o Fiat Palio fica com o título de mais vendido do Brasil, o hatch da Fiat emplacou 15.907 unidades. Completando o "pódio", a Fiat ainda fica com o segundo lugar, com o Fiat Strada, com 14.225 veículos emplacados; e em terceiro, o Onix da Chevrolet com 13.483 unidades. 

Já no acumulado do ano, o Gol da Volkswagen encerra o mês de setembro apenas como o quarto mais vendido, com 12.583 unidades, embora historicamente seja o líder do setor nos últimos 27 anos.

No meio da briga de cachorro grande, a não menos importante Ford apresentou o recém-lançado no mercado, o novo Ford Ka. O modelo apresentou resultados expressivos no primeiro mês de venda do modelo, que terminou em 12º lugar no ranking dos mais vendidos, com 7.093 unidades. O compacto ficou na frente até mesmo do "irmão maior", Fiesta, em 13º com 6.490 veículos e do também lançamento da Volkswagen, o Up, que vendeu 6.292 veículos, na 14ª colocação.

E ainda, o Uno, que ganhou a primeira reestilização, emplacou 8.749 unidades. E o Fox, que também passou por modernização, ficou em 7º, uma posição abaixo do Uno, com 8.470 unidades. Isso representa salto de uma posição no ranking.

Por Vivian Schetini

Fiat Palio

Fiat Strada

Chevrolet Onix

Fotos: Divulgação


Os resultados para o setor automobilístico continuam fracos. No mês de agosto as vendas recuaram em 7,6%, segundo a Anfavea (Associação Nacional do Fabricantes de Veículos Automotores). Houve queda também na fabricação de veículos 22,4% em relação ao mesmo período do ano passado, como informa o site Brasil Econômico.

As expectativas tendem a melhorar neste segundo semestre de 2014 é o que sugere representantes do setor, como o presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), um dos diretores da Volkswagen em São Paulo. Segundo eles, as medidas de estímulos para o setor, em relação ao crédito, impulsionada pelo governo, aliadas as novidades e promoções que normalmente ocorrem nos próximos meses devem trazer melhores resultados para o setor automobilístico, como é possível conferir neste informativo: www.dgabc.com.br.

É importante lembrar que a baixa na demanda por carros reflete a atual situação econômica do Brasil e de outros países com os quais o Brasil mantém relações comerciais, exemplo da Argentina, que reduziu suas importações pelos carros brasileiros devido à sua situação econômica. Desta forma, o setor automotivo nacional passou também a sofrer com mais essa dificuldade, já que a perda das explorações de veículos para a Argentina reduziu ainda mais a demanda do setor.

Além da queda na demanda provocada pelo desaquecimento da economia brasileira, muitos consumidores estão endividados, o que reduz a margem de consumo e de endividamento na compra de um veículo novo.

Com a crise das montadoras, a queda da atividade econômica e da confiança do consumidor, a redução dos preços dos automóveis novos acabou favorecendo as vendas dos usados, já que pressionaram seus preços para baixo tornando-os mais acessíveis para o público consumidor não interessado em endividamento de carro zero, como indica o Valor Econômico.

Sendo assim, parece que será necessário mais que expansão no crédito para alavancar a produção e a compra de veículos novos.

Por Roberta Pereira de Lima

Vendas de carros

Foto: Divulgação


Os mercados automotivos tem características diferentes de acordo com seus ideiais e consumidores. Isto demanda o surgimento de carros específicos para certas partes do mundo.

Pensando nesta questão, a Chevrolet fez diversas alterações no SUV Captiva para a sua distribuição no Brasil.

Este veículo fabricado no México conta agora com rodas com 17 polegadas, para-choques com novos desenhos e um design externo diferente que o torna mais próximo do modelo Tracker.

Fonte: Caranddriverbrasil.uol

 

As alterações feitas por dentro do Captiva foram poucas como a inserção de novos revestimentos e retrovisor com pequena tela.

De acordo com a Chevrolet, a Captiva modificada deve estar disponível para o comércio nas concessionárias do Brasil já em janeiro do próximo ano

Por Ana Camila Neves Morais


A Datsun, empresa especializada na fabricação de veículos na Índia irá lançar mais três modelos no mercado mundial criados por meio da parceria Renault-Nissan buscando alcançar mercados fora da Europa em crise econômica.

O Datsun K2 terá o mesmo motor do Nissan March que é movido à gasolina sendo um carro do tipo compacto com início de testes a partir do semestre de 2013.

O outro lançamento será o Datsun I2 com design semelhante ao Nissan March com poucas opções de tecnologia, mas com preços atraentes.

O último modelo a ser lançado será um novo Datsun K2 com maior espaço interno para abrigar com conforto até sete passageiros em seu interior.

A Datsun não divulgou valores nem mesmo o início das vendas destes veículos nos mercados emergentes como Índia, China e América do sul.

Por Ana Camila Neves Morais


A marca inglesa de veículos Aston Martin está novamente envolvida em um processo de venda. Isso ocorre porque há 5 anos ela foi vendida pela Ford por significativos US$ 925 milhões para um consórcio de empresas do ramo automotivo.

E agora, em 2012, uma das empresas integrantes deste consórcio A Investment Dar – que possui 64% dos direitos da Aston Martin – está com dificuldades financeiras e quer vender suas ações desta organização.

E agora a Aston Martin será leiloada entre a Mahindra e a Investmentindustrial que ofereceram cerca de US$400 milhões que equivalem a aproximadamente metade do valor pedido inicialmente pela Investment Dar.

Em decorrência desta situação, a Investment Dar irá vender apenas 50% do seu global de ações da Aston Martin e, segundo o Financial Times, a grande favorita desta disputa é o grupo de investidores privados da Itália – Investmentindustrial – que comprou a Ducati em 2006 e obteve um lucro de 300% na venda de sua marca de motos para a Audi neste ano de 2012.

O anúncio da empresa ganhadora deve ser feito em breve e especula-se que a Investmentindustrial já esteja em contato com a Mercedes-Benz para adquirir a tecnologia da AMG para os modelos da Aston Martin.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma novidade interessante chegou ao mercado automobilístico, pois a Ford do Brasil anunciou que a montadora pretende vender o Ford EcoSport em sua versão do tipo SUV também para os países integrantes da União Europeia.

O novo veículo utilitário da Ford está sendo feito na fábrica da empresa presente na cidade de Camaçari, no Estado da Bahia, sendo que o veículo a ser vendido na Europa terá adaptações necessárias para atender às exigências dos seus consumidores e será produzido em uma fábrica neste continente sem um local definido no momento.

O novo Ford EcoSport vai manter a sua marca registrada: o estepe na traseira e tem a previsão de ser colocado para comercialização no velho continente em um prazo máximo de 18 meses, deste modo, apenas no ano de 2014 o EcoSport estará realmente rodando nas ruas europeias.

Além da sua inserção no mercado europeu, o SUV EcoSport deve ser ainda vendido na China, Tailândia, Índia e nos Estados Unidos.

Deste modo, as inovações do modelo serão usufruídas não apenas pelos brasileiros mas por consumidores de outros continentes.

Por Ana Camila Neves Morais


O mês de agosto foi um marco em vendas de autos no mercado nacional. O período superou todos os recordes de vendas anteriores e as maiores montadoras obtiveram grandes margens de lucro com este impulso que foi gerado pela redução do IPI.

Uma das marcas que embarcou nesta onda foi a Audi, que em agosto registrou recorde de comercializações. A montadora teve crescimento de 14,9% em relação aos emplacamentos do ano anterior. Com isso, a marca chegou perto da BMW, que é a líder mundial em vendas do segmento premium.

Essa aproximação entre as marcas reflete o número de comercializações realizada no total dos primeiros oito meses do ano de 2012. No caso da Audi, a empresa entregou 961 mil unidades, obtendo um ganho de 12,7%. Assim, a montadora ficou a somente 2.110 veículos vendidos em relação à marca BMW referente ao mesmo período.

Além desse crescimento das vendas no mercado do Brasil, a Audi mantém seu maior número de comercializações na China, país em que obteve crescimento de 24% no número de unidades vendidas. A cada três veículos da Audi comercializados no mundo, um se refere ao mercado chinês.

Por Marcelo Araújo


Incentivada pelo pacote de estímulo à indústria automotiva, as vendas de caminhões subiram 4,95% na primeira quinzena desse mês, na comparação com o mesmo período do mês anterior. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (18/06) pela Federação Nacional das Indústrias de Veículos Automotores (Fenabrave).

Já em comparação aos resultados apresentados na primeira quinzena de junho do ano passado, a redução no emplacamento de caminhões caiu 27,95%.

Essa recuperação, apesar de pequena, reflete os esforços do Governo Federal em estimular a economia. A principal medida do governo foi a redução da taxa Finame PSI. O Finame é um programa de financiamento que utiliza recursos do BNDES para aquisições de caminhões, máquinas e implementos. A taxa, que era de 10% ao ano, caiu para 7,7% em Abril e hoje está em 5,5%. Outra ação que estimulou a compra de caminhões foi a ampliação do prazo máximo de financiamento da linha Procaminhoneiro, que passou de 96 para 120 meses (com taxa de 5,5% ao ano).

Para os automóveis e comerciais leves, o aumento foi mais expressivo: 24,14% em relação a maio e 29,10% acima do que foi registrado na primeira quinzena de junho de 2011.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


Está previsto para o final do primeiro semestre de 2012, mais precisamente no mês de junho, o lançamento no Brasil da perua V60, da Volvo, versão station wagon derivada do já conhecido sedã S60, que tem como público-alvo o segmento familiar. Os preços da perua premium ainda não foram definidos.

Assim como os outros modelos da montadora sueca, o V60 se destaca pela alta presença de itens tecnológicos, para aumentar a segurança e o conforto dos ocupantes. Entre eles há o “City Safety”, sistema que tem a função de evitar colisões ou atropelamentos, já que realiza uma frenagem de emergência caso detecte outro automóvel ou um pedestre em distâncias bem próximas. Cabe lembrar que o dispositivo funciona quando o carro está se movimentando a até uma velocidade máxima de 35 km/h.

Outro acessório interessante que estará presente no V60 é o "BLIS", sistema que alerta o motorista sobre a existência de objetos nos pontos cegos do automóvel. Completando a lista, não vão faltar os tradicionais airbags e freios ABS, oferecidos de série em todos os carros da Volvo.

A expectativa é de que a nova perua desembarque por aqui nas mesmas três versões em que é comercializado o S60, ou seja, nos modelos T4, T5 e T6 AWD, que são equipados com motores cujo desempenho varia de 180 cv a 304 cv de potência. Em breve, a Volvo vai liberar as informações oficiais sobre as versões, que contarão com um porta-malas capaz de carregar 430 litros de bagagens.

Por André Gonçalves


Uma nova montadora chinesa pode estar a caminho do Brasil. Trata-se da FAW Motors, cujo compacto V2 tem sido flagrado com bastante frequência rodando pelas ruas da região metropolitana de São Paulo.

O modelo é produzido pela Tianjin, divisão da marca oriental responsável pela produção de veículos de porte menor, sendo inclusive parceira da Toyota, neste segmento, em alguns mercados.

O V2, apresentado como protótipo há 3 anos, já está sendo comercializado no Uruguai e também em outros países, com um design bastante simples, que remete a alguns modelos de sucesso no mercado nacional. Ele utiliza um motor de 1.3 litro, capaz de entregar 91 cv de potência e torque de 12,3 kgfm. O câmbio pode ser manual ou automático, de 5 velocidades.

De acordo com o site da fabricante, o V2 conta com freios ABS; ar condicionado; sistema de som com CD, MP3 e entrada USB; e vidros elétricos, entre outros itens, configuração semelhante à dos chineses que já estão sendo vendidos por aqui, o que certamente resultará em uma concorrência acirrada.

Em sua terra natal, o hatchback ganhou recentemente uma versão com ares de off-road e acabamento diferenciado em relação à versão convencional. Por lá, o preço inicial do modelo é equivalente a R$ 12.000.

Ainda não há maiores detalhes sobre a possível chegada da FAW Motors ao Brasil, porém, segundo especulações, a estreia não está longe. Já existe até uma versão em português do site da montadora asiática.

Por André Gonçalves

Fonte: Notícias Automotivas


Poucos o possuem, porém muitos o querem. Um dos braços da BWM, a marca MINI atrai olhares curiosos sempre que seus modelos transitam pelas ruas. A Caltabiano, com dois anos de existência no Brasil, anunciou a chegada do MINI One em solos tupiniquins, o qual pode ser adquirido por R$ 69.950,00.

O compacto inglês aparece no cenário brasileiro aprovisionado com motor 1.6 de 16V, 04 cilindros e 98 cavalos de potência. De acordo com a fabricante, o veículo é capaz de atingir de zero a 100 quilômetros horários em 10,5 segundos e capacidade máxima de 186 km/h.

Com quatro unidades espalhadas por Rio de Janeiro e São Paulo, a rede dispõe o MINI One com câmbio manual de seis marchas, trio elétrico, direção elétrica, ar condicionado, seis airbags, freios ABS, rodas de liga leve e CD Player.

Alessandro Maria, presidente do Grupo Caltabiano, frisa que o exemplar recém-chegado, por enquanto em período de reservas, visa atingir o público jovem, profissionais emergentes e cidadãos que sempre acharam os preços praticados pela marca inacessíveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


O limitadíssimo Defender Raw da Land Rover chega às redes de concessionárias da montadora no Brasil.

O modelo, que terá apenas 30 unidades comercializadas no país, terá motor 2.4 a diesel, com 122 cavalos de potência e torque de 360 Nm. Uma novidade dessa linha é a baixa emissão de poluentes, já que esse é um dos projetos que a Land Rover vem desenvolvendo para seus novos veículos.

As versões disponíveis são a Station Wagon 90, mais básica, e a 110, que contém pacote de acessórios diferenciado e novas cores, como a Prata Zermatt e Nara bronze, além de volante revestido em couro, lanternas em LED, grade frontal da mesma cor do carro, jogo de tapetes exclusivos, entre outros detalhes.

Para ser o dono de um dos 30 modelos exclusivos, vai ser preciso estar disposto a pagar mais de R$100 mil, pois a versão 90 Station Wagon do novo SUV está sendo vendida a partir de R$ 148.800.

Por Andrea Gomes


A integração das mais diferentes formas de comunicação é uma realidade que jovens e adultos precisam e devem compreender. Atualmente, não basta ter acesso à rede mundial de computadores por meio de netbooks, notebooks e desktops; conexão integral através de aparelhos móveis aproxima mais os cidadãos de suas relações pessoais e profissionais.

Algumas montadoras apostam nesse nicho móvel para alavancar suas vendas e suporte aos usuários. A Volkswagen, um bom exemplo, acaba de anunciar o lançamento de uma versão singular de sua página de ofertas. O acesso, que pode ser realizado por qualquer celular e smartphone através do endereço m.vw.com.br, permite ao consumidor verificar os modelos de veículos disponíveis, além do endereço de mais de 600 concessionárias da fabricante.

De acordo com a Volks, a plataforma tem por função principal prestar uma pré-venda de carros, sistema ainda inédito no país. É possível também traçar rotas do local em que o usuário atualmente está situado para uma das concessionárias mais próximas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Volkswagen (Assessoria de Imprensa)


Informativo divulgado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aponta crescimento de 6,28% nas vendas do setor no 1º trimestre de 2011 em comparação ao período igual do ano passado. O resultado, positivo no confronto anual, também o foi no mensal de março contra fevereiro, base com alta de 11,29%.

Os emplacamentos de automóveis e comerciais leves computaram desenvolvimento de 3,63% entre janeiro e março deste ano em comparação ao 1º trimestre de 2010, para 777.725 unidades. Entre fevereiro e março os dados desse segmento subiram 11,57%, para 288.758 unidades.

O volume de caminhões comercializados no acumulado de 2011 também foi positivo. A alta encontrada chegou a 26,92% no comparativo anual, para 39.413 unidades, assim como também ocorreu no confronto mensal, com índice positivo de 14,11%, para 14.488 unidades no mês de março.

As vendas de ônibus também registraram evolução. No 1º trimestre do ano a ascensão foi de 25,03% em relação ao período análogo de um ano antes, para 8.068 unidades. Em março versus fevereiro, assim como nos demais ramos, os dados foram positivos. No segundo período o incremento chegou a 10,92%, para 2.925 unidades.

Mais modestos foram os emplacamentos de motos, com diferença positiva de 8,21% para o 1º trimestre de 2011 em detrimento ao acumulado de janeiro a março de 2010, ou 438.647 unidades. Em março, o crescimento abraçou índice de 10,31% ante fevereiro, para 160.298 unidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostrou que o número de carros vendidos entre janeiro a março deste ano aumentou 6,28% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os números revelam que nos três primeiros meses de 2010 o número de emplacamentos de veículos (automóveis, caminhões, ônibus, motos, entre outros tipos) foi de 1.219.115. Já em 2011, na mesma época, atingiu o marco de 1.295.716 unidades emplacadas.   

Foram comercializadas, de janeiro a março de 2010, 750.504 unidades de veículos das categorias automóveis e comerciais leves, e em 2011 esse valor foi de 777.725, registrando alta de 3,63%.

O segmento de caminhões foi o que teve maior crescimento, pois em relação ao primeiro trimestre, foram vendidos 39.413 caminhões em 2011 e 31.053 unidades em 2010, o que mostra uma elevação de 26,92%.

Já o número de motos comercializadas obtido em 2011 foi de 438.647, isto é, 32.960 unidades a mais em relação ao mesmo período de 2010.

Estima-se que o segmento automotivo continue a apresentar alta e esse crescimento deve chegar a 5,2% nesse ano.

Por Andrea Gomes


Montadora estrangeira de boa aceitação no país, a Kia Motors Corporation divulgou dados de fevereiro relacionados às suas vendas mundiais de carros de passageiros, veículos comerciais e veículos de lazer.

No mês, a fabricante registrou a comercialização de 169.727 unidades, salto de 18,5% sobre fevereiro de 2010. A alta, afirma a Kia, foi sentida em todas as regiões do globo, com destaque para a América do Norte, com expansão de 35,6% nas vendas. Na Europa, outra região de grande sucesso no período, o índice constatado foi de 18,6%.

A Coreia do Sul, por sua vez, observou crescimento de 17,5% no confronto anual de fevereiro, percentual não muito superior em relação ao constado nos mercados gerais (América Central, América do Sul, Caribe, Oriente Médio, Pacífico, África e Ásia, com exceção da própria Coreia e da China), de 15,3%. Os chineses contraíram salto de 5,4%.

A Kia ressalta que as vendas de janeiro e de fevereiro, acumuladas, avançaram 18,9% sobre o mesmo período de um ano antes, para mais de 349,1 mil unidades. O Kia Cerato permanece na liderança de vendas da montadora, seguido pelo Sportage e pelo Rio. O Sorento e o Soul aparecem mais atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave


Chegaram nas concessionárias Audi de todo o Brasil o novo modelo do Audi Q7, utilitário esporte da montadora, lançado há 5 anos. O novo Q7 vem com design mais esportivo, sem deixar de lado o luxo e a elegância, além do potente e moderno motor V6 3.0 TFSI que chega de 0 a 100 km/h em 6,9 segundos, aliado ao novo mecanismo de transmissão Tiptronic de oito marchas.

A Audi apostou na aparência impactante, conferida pela parte frontal mais agressiva, composta por uma grade cromada, além disso, os faróis proporcionam iluminação por leds. Outro detalhe externo foi que o veículo ganhou tampa traseira, paralamas e caixa de roda produzidos a base de alumínio.

Para comprar o Audi Q7, o consumidor deve estar disposto a pagar R$ 320 mil e poder usufruiur do conforto, segurança e dos vários recursos do carro. Para mais informações sobre o utilitário, acesse o site da Audi Brasil.

Por Andrea Gomes


Elegância aliada em alto grau à esportividade. Assim é o novo Mercedes-Benz CLS 63 AMG, o modelo mais carregado de espírito esportivo da famosa linha CLS da Mercedes.

De desenho sofisticado composto de linhas bem trabalhadas em vincos e formas que dão ao modelo um visual fluente e ao mesmo tempo repleto da classe tradicional de uma Mercedes. E ele já se encontra à venda no Brasil na versão com motor 5,5 Litros V8 biturbo de 525 Cv de potência.

Mas para se tornar o alegre proprietário de um modelo como esse será necessário encomendá-lo e enfrentar uma fila de espera. O modelo custa US$ 260 mil ou o equivalente a R$ 433.000. Mas para aqueles que acham que o motor 5.5, que pode levar o CLS 63 AMG a 250 Km/h ainda é pouco, a montadora oferece um kit para desempenho que conta com câmbio de sete velocidades que acrescenta ao propulsor mais 32 Cv de potência, o que leva aos 300 Km/h, com arranque de 0 a 100 Km/h em apenas 4,3 segundos, aumentando a potência de um modelo bonito e esportivo por natureza e que conta com toda a tradição da Mercedes-Benz.

Por Mauro Câmara


A China cresceu 35% em vendas de veículos no ano passado, segundo dados da empresa de consultoria Jato Dynamics. Enquanto o Brasil encerrou o ano em 4º lugar, a Alemanha e Itália tiveram quedas em seus números. Este último país mantém queda em sua trajetória, com vendas 8,4% menores que no ano anterior.

A China ultrapassou a marca de 13 milhões de automóveis comercializados, incluindo apenas veículos de passeio. Este número deixa os EUA para trás, com aumento de 11,2%.

O 4º lugar do Brasil equivale a um aumento de 10,5% nas vendas de veículos, em relação ao ano anterior.

Por A. Garcia


Sem muitas informações a seu respeito, além da capacidade de seu porta-malas, que segundo a Chevrolet será de cerca de 400 litros, a montadora confirmou que o Hatchback Cruze, em sua versão final de produção, será oficialmente apresentado em Março no Salão do Automóvel de Genebra.

Com design esportivo de linhas fluentes que compõem uma frente agradável e moderna composta também pelos faróis que complementam o desenho esportivo e urbano e com uma traseira equilibrada e discretamente arredondada o novo Hatch Cruze, modelo com cinco portas, promete fazer sucesso. No Brasil deverá chegar em 2012 também na versão sedã e provavelmente substituirá o Astra no mercado nacional. Conforme sites especializados, o Cruze no mercado brasileiro talvez sofra algumas modificações para tornar o modelo mais competitivo economicamente.

Já para a Europa o novo Hatch deverá ter suas venda iniciadas a partir do meio deste ano e assim como as informações técnicas o seu preço também ainda não foi revelado.

Foto: Auto Moto Portal

Por Mauro Câmara


O segmento de veículos automotores obteve bons números no ano passado, mas já em janeiro de 2011 as vendas de carros apresentaram considerável recuo, de 34,80%, em comparação a dezembro de 2010. Mesmo assim, o emplacamento do setor foi 12,83% maior se enfatizado o confronto anual.

Leia mais: Vendas de carro sobem 12,83% em janeiro

Segregado por segmentos, o levantamento realizado pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) constatou alta de 13,94% na venda de automóveis comerciais leves em janeiro deste ano perante o mês igual de 2010. No confronto mensal , porém, baixa de 36,37%.

Em relação a caminhões houve avanço mais amplo na base comparativa anual, de 26,21%, porém com queda similar entre janeiro de 2011 e dezembro de 2010, de 29,92%. Os emplacamentos de ônibus cresceram 32,99% no confronto anual, mas decresceram 12,53% na comparação mensal.

O segmento de motos registrou alta mais branda em janeiro deste ano diante do mês análogo de 2010, de 9,43%. O baque, porém, acompanhou os demais setores no cotejo anual, de 32,65%.

Com esses dados, é possível realçar que a tendência de queda deve ser nutrida em 2011, mas pode vir a apresentar estabilidade nos comparativos mensais, pois nos anuais, principalmente se relacionados os meses de março, novembro e dezembro, queda devido à forte base comparativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave


Mensurado inúmeras vezes neste espaço e pela imprensa especializada, o segmento de veículos automotores conquistou ótimos resultados no ano passado. O primeiro trimestre de 2010, por exemplo, foi muito bom devido à exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A outra ocasião, no final do ano, se deu por uma série de características, entre elas determinação do Banco Central (BC) no concernente às modificações das condições de crédito ao consumidor, incitando cidadãos a correrem às concessionárias.

Dados divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) revelam que os emplacamentos do segmento avançaram 12,83% em janeiro de 2011 em comparação ao mês análogo de 2010. Os números integram automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, motos, implementos rodoviários, entre outros.

Com o resultado, o número de automóveis vendidos chegou a 386.782 unidades, que, em comparação a dezembro, caíram 34,80%. Segundo Sergio Reze, presidente da federação, o arrefecimento no setor já era esperado, pois o desempenho de dezembro tende a ser sempre superior ao de janeiro. Além disso, os carros comercializados no mês passado foram emplacados em dezembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fenabrave


O setor de veículos automotores tem aproveitado o momento propício da economia brasileira para crescer. As montadoras instaladas no país, no geral, apresentaram bons números em 2010, sobretudo no último bimestre do ano, considerado um dos melhores períodos de toda a história do segmento.

No dia 1º de fevereiro a PSA Peugeot Citroën comemorou seu 10º ano de produção de carros no país. Inicialmente, dois modelos foram edificados e após essa primeira década já são oito os exemplares produzidos, quatro por cada uma das marcas.

Segundo Carlos Gomes, presidente da PSA Peugeot Citroën no Brasil e América Latina, no primeiro ano de atuação 48,6 mil veículos foram comercializados, representando 3% do total vendido pelo país. Nos dias atuais o número é bem mais avançado, uma vez que em 2010 as marcas representaram 174,4 mil unidades emplacadas, ou 5,2% da quota do mercado.

O 10º ano da PSA Peugeot Citroën marca, também, o início da expansão do Centro de Produção de Porto Real, possível graças a um investimento de R$ 1,4 bilhão enquadrados entre 2010 e 2012, aumentando a capacidade anual produtiva de 150 mil para 220 mil unidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: PSA Peugeot Citroën


Especialista em fabricar carros esportivos e bonitos a Porsche parece ter encontrado no Oriente Médio um mercado próspero para seus veículos. Fabricante de modelos que aliam além do desempenho robusto em termos de potência, o design belo e agressivo. Este tipo de carro parece despertar o interesse dos clientes em potencial da região, tanto que apenas um de seus modelos, o Porsche Cayenne emplacou 3.600 unidades na região e no continente africano no ano passado.

E para aproveitar a boa aceitação a Porsche está lançando para o Oriente Médio uma versão exclusiva e limitada de um de seus modelos mais interessantes, o Porsche Panamera. O esportivo de quatro portas de desenho sofisticado e principalmente elegante na versão 4S Exclusive Middle East Edition ganhou itens exclusivos nas somente 66 unidades que farão pare desta edição.

Assim como o design e os itens exclusivos, a motorização também manterá acesa a chama da sedução do Panamera. O propulsor é um 4.8 V8 acoplado a um câmbio PDK de sete velocidades e dupla embreagem, o que produz 394 Cv de potência, com arrancada de 0 a 100 Km/h em sedutores 4.8 segundos, chegando à máxima de 282 Km/h.

O preço não foi revelado, mas para a região a que esta versão especial se destina, este não deverá ser um detalhe que atrapalhe as vendas.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online


As montadoras instaladas no país conseguem crescer, cada qual dentro de suas perspectivas e possibilidades, em meio ao cenário econômico atual, embora as projeções de alta do Produto Interno Bruto (PIB) sejam mais amenas para 2011 em relação ao ano passado. De todo jeito, essa disposição parece não intimidar o segmento, mesmo com dados sobre futuras – e breves – dificuldades.

BMW, Mercedes, Fiat e outras montadoras obtiveram bons números em 2010, tanto em meses isolados como no acumulado anual. Com a Aliança Renault-Nissan não ocorreu de modo diferente, pois conseguiu vender mais de 7,2 milhões de automóveis no ano passado, acréscimo de 19,6% sobre 2009.

A Renault respondeu por exatas 2.625.796 unidades e a Nissan, por sua vez, com 4.080.588 veículos automotores. A Lada representou fatia menor, com 570.014 carros, salto de 37,6% em relação a 2009.

Para Carlos Ghosn, presidente da aliança, no ano passado o volume de vendas e a participação no mercado global foram positivos, com destaque aos mercados atualmente promissores.

Seria esta uma alusão parcial ao Brasil e outros países emergentes? Os investimentos em terras brasileiras não param e a montadora, assim como as recém-chegadas chinesas, devem aproveitar o ambiente e estimular as vendas. Os entraves para tal, porém, são as medidas referentes ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) no final do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Renault do Brasil


Com design atraente, o Hyundai i30 tem preocupado as montadoras concorrentes devido à sua boa aceitação pelo mercado brasileiro. A fabricante sul-coreana indica que novo o i20 deverá causar ainda mais furor no país, com plataforma baseada num projeto de automóvel de pequeno porte da montadora, denominado HB.

De acordo com a imprensa especializada, o i20 será construído no ano que vem na fábrica localizada em Piracicaba (interior de São Paulo). Esse modelo, por sinal, é semelhante à nova geração do Kia Rio, que será exposto em março no Salão de Genebra.

No Brasil, o exemplar deve chegar ao final deste ano, com motorização 1.0 e 1.6, flex, com possibilidade do consumidor escolher entre câmbio manual e automático. Os interessados poderão comprar o Kia Rio por aproximadamente R$ 30 mil, caso a temática cambial seja favorável para o ingresso mais em conta do importado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Quatro Rodas


O ramo de veículos automotores brasileiro está atento e preocupado com a alta de automóveis importados no último ano, situação que deve impulsionar a adoção de medidas para proteger a indústria local. Levantamento edificado pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) identifica que houve expressivo aumento entre as marcas chinesas.

No ano passado, de acordo com a associação, o número de carros da China vendidos no Brasil chegou a 17.266 unidades, salto de 608,5% em comparação aos emplacamentos realizados um ano antes (2.437 unidades).

Embora novata no país, a Chery parece ter se dado muito bem, tanto que comercializou mais de sete mil veículos entre janeiro, mês em que aportou por aqui, e dezembro. Outra fabricante asiática, a Hafei, ficou na segunda colocação na lista das montadoras daquele país, com a venda de mais de 4,2 mil veículos.

De acordo com o Car Sale UOL, a Effa Hafei ficou atrás de ambas, com pouco mais de 3,9 mil emplacamentos, mas à frente da Chana e da Lifan, com vendas de 868 e 703 unidades, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado brasileiro de veículos automotores é o 4º maior do mundo (anteriormente ocupava a quinta posição, atualmente ostentada pela Alemanha). A tendência é de melhorias, tanto que dezembro passado foi o melhor mês da história para o setor, segundo cálculos relacionados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

A Fiat manteve a liderança no transcorrer de 2010 entre os veículos de passeio, mas foi a Kia Motors que surpreendeu em seus números. De acordo com o Car Sale UOL, dentre as 15 maiores montadoras de automóveis dentro do Brasil, a fabricante situou-se como a mais bem sucedida em termos evolutivos nas vendas em comparação a 2009.

Em 2010, 54.445 unidades foram comercializadas, alta de 125,5% sobre um ano antes. Com esse resultado, a sul-coreana aumentou sua participação no mercado tupiniquim, de anteriores 0,8% para 1,64%.

Na visão de José Luiz Gandini, presidente da Kia no Brasil, a tecnologia, qualidade e design dos produtos asseguraram esse recorde de vendas. Para 2011, as ambições são ainda mais amplas; a Kia prevê comercializar 107 mil veículos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma novidade promovida pela General Motors do Brasil deverá agradar muitas pessoas. No início da semana (13 de dezembro) a montadora assinalou a volta do Omega, da classe sedã grande, no país. Batizado de Omega Fittipaldi em homenagem a um dos maiores pilotos de Fórmula 1 da história, o veículo chegará com poucas mudanças em seu visual, porém com inovações em seu interior e na mecânica.

Com valor de comércio estimado em R$ 128,6 mil, o carro contará com motor 3.6 litros V6, a gasolina. O sistema de injeção direta de combustível dá bons 292 cavalos de potência ao Omega. De acordo com a GM, a velocidade máxima do sedã está estabelecida em 235 quilômetros horários, porém sua aceleração de zero a 100 é realizada em 6,8 segundos.

Na parte interior do automóvel, uma das principais mudanças pode ser sentida – e observada – no console, pois a GM apostou num sistema multimídia diferenciado, com tela de LCD sensível ao toque dos dedos, entradas USB e sistema de conectividade Bluetooth.

A General Motos prevê comercializar 50 unidades do Omega Fittipaldi por mês (a partir do final de 2010), estabelecendo, pois, concorrência direta com o Toyota Camry e com o Honda Accord.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Car Sale UOL


Como diz o velho e conhecido ditado, “gosto, cada um tem o seu”. As palavras, que podem ser emplacadas em vários assuntos, desde preferências por um segmento de literatura até outras relacionadas a modelos de celulares, carros, entre outros, revelam a disparidade existente entre os seres humanos.

No setor de veículos automotores, por exemplo, são vários os modelos que atendem aos interesses do público. Os tradicionais exemplares 1.0 contemplam realidades distintas ante pessoas com possibilidades de adquirir carros luxuosos. Mesmo nesses as opções são variadas, que depende da montadora, da motorização, do porte e de suas funcionalidades.

De acordo com John Krafcik, responsável pela montadora Hyundai nos Estados Unidos, a fabricante tem considerado três opções para prosseguir com suas atividades, entre as quais criar espaço exclusivo para clientes de luxo dentro da própria concessionária, comercializando os exemplares luxuosos de modo separado em relação a outros modelos, contando, portanto, com vendedores destinados especificamente a esse público.

Mesmo assim, antes de levar esse projeto adiante, sendo necessária a alteração de algumas estruturas na marca, Krafcik assegura que a Hyundai analisará, primeiramente, a comercialização dos modelos Genesis e Equus nos Estados Unidos, já apresentados ao público brasileiro na última edição do Salão do Automóvel de São Paulo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Quatro Rodas


A montadora Volkswagen anunciou nesta semana a intenção de ampliar a comercialização de veículos pelo mundo em 2014 e 23 novidades para o mercado brasileiro a partir de 2011. Outras fabricantes também se propuseram a indicar notícias interessantes aos consumidores, entre elas a Ford, que divulgou na quarta-feira (8 de dezembro) o lançamento oficial do novo Edge, então apresentado ao público na edição 2010 do Salão do Automóvel de novembro.

Matéria veiculada pelo portal online da Quatro Rodas assoalha que a configuração de entrada é representada pelo SEL, que conta com rodas de liga leve de 18 polegadas, bancos acolchoados com couro, sistema de som MP3 e seis airbags. A top de linha é concebida por meio do modelo Limited, com rodas de 20 polegadas, partida sem chave e ar-condicionado digital, com teto solar panorâmico como item opcional.

O crossover Edge contempla reestilização na parte dianteira, com perspectiva inspirada no novo Fusion. Na ala traseira houve substituição das lanternas translúcidas por um par na tonalidade vermelha.

Equipados com motor 3.5 V6 capazes de gerir 289 cavalos, o modelo SEL tem preço sugerido em R$ 122.100 e o Limited R$ 133.910 – podendo ser acrescido para R$ 142.910 caso o comprador queira o teto panorâmico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Marca de veículos mundialmente conhecida, a Land Rover anunciou recentemente a comercialização de três centenas de unidades Freelander 2 Sport Limited Edition no Brasil e no mundo, com possibilidade de ser vendida por aqui a partir de março de 2011. A edição especial mensurada pela montadora agregará algumas particularidades, tais como acabamentos internos e externos diferenciados.

Informações divulgadas pelo Car Sale UOL relacionam que a carroceria poderá contar com as cores vermelho Firenze, preto ou branco. Alguns dos acessórios são rodas de liga leve de 19 polegadas, carcaça dos espelhos retrovisores e maçanetas nos mesmos tons do carro.

A mecânica é igual à vista na versão HSE do Freelander. O motor abarca moderno bloco 3.2 litros a gasolina aspirado, com seis cilindros em linha e variador de fase das válvulas, capazes, pois, de produzir 233 cavalos de potência. O câmbio automático ilustra seis marchas, com possibilidade de trocas manuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de veículos automotores brasileiro contou com importantes estímulos fiscais no final do ano passado e início de 2010, incentivando e quase empurrando os consumidores às concessionárias. Março foi o melhor de toda a história do segmento e o mês passado, novembro, o 2º mais bem sucedido.

As vendas de carros, novos ou usados, têm incitado, por outro lado, alguns efeitos colaterais sentidos principalmente nas grandes capitais brasileiras: congestionamentos e aumento da poluição – daí a tendência de as montadoras se especializarem nos veículos ecologicamente corretos.

Em 2010 o Brasil ultrapassou a Alemanha no ranking de grandes mercados pelo mundo e ocupa agora a 4ª colocação. Dados divulgados pela JATO Dynamics (com base em veículos de passeio) elucidam que os germânicos parecem não ameaçar o lugar da nação brasileira no ranking devido aos últimos resultados.

Enquanto a líder China sustentou recente aumento de 38% na comercialização de automóveis, os Estados Unidos abraçaram percentual de 10,7% e o Japão, terceiro maior mercado, 6,3%. O Brasil, por outro lado, avançou 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Quatro Rodas


No primeiro trimestre de 2010 as concessionárias de veículos automotores novos agregaram grandes vendas devido ao benefício fiscal concedido pelo governo como medida para espantar a crise financeira mundial, ou seja, quando já fora determinada a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Em novembro, embora em menor grau, a comercialização de carros voltou a contabilizar bons números, tanto que o mês foi considerado como o 2º melhor da história para o segmento. Uma tendência no Brasil (otimismo, em grande parte) tem regido a preferência de alguns consumidores pelos veículos fabricados no exterior.

Informações emitidas pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) revelam que em outubro, porém, o emplacamento de carros importados recuou 11,1% em comparação a setembro, ou seja, 10.513 unidades no primeiro período contra 11.830 do anterior.

Para José Luiz Gandini, presidente da Abeiva, se os importadores tivessem conseguido suprir os brasileiros com as quantidades encomendadas para o final de 2010, possivelmente não haveria diminuição nos emplacamentos. Isso ocorreu, conforme menção emitida à Car Magazine UOL, em virtude da recuperação de inúmeros mercados globais, pungindo, portanto, o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial prejudicou as atividades em todos os locais do planeta. De acordo com Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, o país foi um dos últimos a fazer parte do colapso e o primeiro a deixá-lo devido a adoção de incentivos fiscais e outras medidas mais.

Uma das iniciativas adotadas pelo governo foi a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e materiais de construção, vigente até março último aos dois primeiros segmentos citados.

A comercialização de veículos, em março, foi recorde, ocasião já prevista como insuperável em 2010. Mesmo assim, o final do ano mostra-se bem positivo, pois o mês passado conjeturou-se como o segundo melhor período da história, uma vez que foram licenciados quase 311,5 mil automóveis e comerciais leves novos. De acordo com o portal de Economia UOL, em percentagens houve avanço de 8,3% ante outubro e 30,6% acima do mês similar de 2009.

Em março, último mês da exoneração do IPI (portanto, motivador para os consumidores), pouco mais de 337,3 mil automóveis e comerciais leves foram vendidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como está acontecendo no mundo todo, os híbridos estão crescendo nos mercados de veículos e disputando suas respectivas fatias de vendas. E no Brasil não podia ser diferente. Depois do modelo da Mercedes-Benz, o S400 Hibrid, já está a venda no mercado nacional o Ford Fusion Hibrido. Nesta versão o sedã de luxo da Ford combina um propulsor a gasolina e outro elétrico e está custando R$ 133.900, conforme matéria do site G1.

Em comparação com a versão convencional do Ford Fusion o modelo híbrido possui ar condicionado elétrico, sistema de integração, nova transmissão automática continuamente variável, sete airbags incluindo airbags para os joelhos do motorista. O motor elétrico possui bateria de níquel metal e combinando o efeito dos freios regenerativos que recupera grande parte da energia de frenagem e conjuntamente com a energia do processo de combustão do motor a gasolina faz com que o modelo dispense o uso de tomadas.

O motor a gasolina é o mesmo 2.5 da versão convencional, no entanto um pouco menos potente. Na versão híbrida são 158 CV de potência, mas que combinado com o motor elétrico, a potência total pode chegar a 193 CV. De acordo com a Ford sua aceleração vai de 0 a 100 Km/h em 9,1 segundos.

Com seu novo isolamento acústico privilegiado, o mesmo requinte e elegância da cabine que se vê no modelo convencional, o Ford Fusion  Híbrido mantém o luxo e a classe. Suas linhas possuem leveza e imponência, aliando neste modelo híbrido a opção ecológica e economia. Conforme informações da fabricante o consumo deste modelo é de 18,4 Km/l na estrada e de 16,4 Km/l na cidade.

Por Mauro Câmara


Com desenho clássico e elegante e o DNA da marca Audi, o que lhe confere classe e estilo do Audi A1, o Hatch Premium da marca alemã já teve sua pré-venda iniciada no Brasil esta semana, com a previsão de entrega dos primeiros veículos a partir de março de 2011 conforme matéria do site Carro Online.

Além da estética apurada este compacto da Audi virá equipado com propulsor 1.4 TSFI que gera 122CV de potência e terá câmbio S-tronic de sete marchas, além de uma boa quantidade de itens de série que lhe garantem conforto, segurança e desempenho. Entre eles, conforme informações do fabricante estão: computador de bordo, direção hidráulica, freios ABS (anti-travamento das rodas), quatro airbags, controle de estabilidade e sistema de som.

A lista de opcionais enumeradas pela fabricante também é bastante interessante: sistema Keyless, teto solar panorâmico Open Sky, sistema star&stop, sensor de estacionamento, controle de velocidade de cruzeiro (piloto automático), além de opções de acabamento e pintura.

Quanto a sua aceleração os dados da Audi indicam que o A1 atinge os 100 Km/h em interessantes 8,6 segundos, com sua velocidade máxima chegando a 203 Km/h. E seu consumo também é bastante interessante: na cidade faz em média 15,4 Km/l e na estrada 21,7 Km/l. E apesar de compacto a otimização de espaço é bastante razoável. Seu porta-malas comporta 220 Litros, mas com os bancos traseiros rebatidos essa capacidade pode ir a 920 Litros. O preço deste lançamento parte de R$ 89.900.

Por Mauro Câmara


Com um aumento de 8,4% na venda de veículos em relação ao mesmo período do ano de 2009, o Brasil passou a ser o 4º país com o maior número de carros vendidos no mundo segundo a Jato Dynamics.

A Alemanha que ocupava a posição teve uma queda de mais de 25% nas vendas passando a ser a 5ª colocada.

A China ainda continua sendo a maior potência em venda de veículos, todos os anos o seu número de carros vendidos tem um aumento de mais de 40%, só no ano de 2009 o país já tinha mais de 8 milhões de carros vendidos.

Por Ana Carolina


De acordo com dados divulgados pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores) nesta última segunda-feira, 02 de agosto, o mês de julho deste ano obteve um aumento de 15,08% nas vendas de veículos novos em relação ao mês anterior.

No total foram 302.407 veículos vendidos em julho, contra 262.773 unidades emplacadas em junho de 2010. Considerando os sete primeiros meses deste ano, a indústria automobilística brasileira já vendeu 1.882.117 veículos, o que em relação ao mesmo período do ano anterior representa um aumento de 8,48%.

A elevação nas vendas foi verificada inclusive em relação ao mês de julho do ano anterior em 6%, onde vigorava os preços com redução do IPI.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Diário do Grande ABC


Durante os seis primeiros meses desse ano de 2010, a fábrica que bateu recorde de venda de automóveis no Brasil foi a PSA Peugeot Citroen, uma montadora francesa. Em números, foi um total exato de 76.525 carros tipo passeio e também comerciais leves, todos marcas Peugeot e Citroen.

Com essa avaliação, a empresa pode concluir que foi a quinta maior montadora instalada no Brasil e a primeira que em termos de venda se comparada com as outras montadores que também contruíram suas fabricas na década de 90 no país.

Localizada em Porto Real, Rio de Janeiro, a PSA Peugeot Citroen produz vários modelos Peugeot, como 207, 207 SW, 207 Passion e Hoggar e também o Citroen C3 e o Xsara Picasso.

Por Rafaela Ometto


No mês de maio, com o fim da redução do IPI, a venda de veículos recuou 9,61%, um total de 251,1 mil unidades de caminhões, comerciais leves, automóveis e ônibus licenciados. Em abril foram licenciados 277,8 mil veículos.

Mesmo com esta redução, o resultado foi o maior registrado para o mês de maio. Em 2010 o acumulado já atinge 1,317 milhões de unidades emplacadas. Com o aumento das vendas, a produção também cresceu: 6,6% ante abril e 14,9% na comparação com maio de 2009.

No acumulado do ano, o numero de unidades fabricadas somou 1,499 milhão – aumento de 20,7% em relação ao cinco primeiros meses do ano passado e recorde para o período.

Fonte Jornal Metro

Por Fernanda Peixoto


Após o término da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em 31 de março, o setor de veículos automotores vem apresentando baixa nas vendas, como já era de se esperar. No entanto, a comercialização de automóveis bateu recorde no período de janeiro a abril, com mais de 1 milhão de unidades emplacadas.

Em abril, o número de licenciamentos de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus atingiu quase 280 mil unidades. Mesmo assim, Cledorvino Belini, novo presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), vê o quarto período do ano como bom.

O portal dinheiro do Folha UOL indica existir cenário positivo no segmento, pelo menos entre 2010 e 2012, pois receberá investimentos superiores a US$ 11 bilhões, voltados ao desenvolvimento de produtos, adequação no âmbito tecnológico e melhorias nos processos de fabricação e comercialização de veículos.

Leia mais no Folha UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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