Mercado registra aumento de 5% nas vendas no mês, mas ainda possui uma queda anual de 20,3%.

Com 174.792 carros vendidos neste mês de julho, o ano de 2016 está 20,3% abaixo do acumulado do mesmo período de 2015. Neste intervalo de 7 (sete) meses, 1.125.998 carros e comerciais leves foram vendidos em 2016, contra 1.489.319 do ano anterior. As vendas subiram 5,04% em relação ao mês de junho, onde 166.409 unidades foram comercializadas.

O volume diário foi de 8.323 carros por dia, que também foi um recorde comparado aos meses anteriores. Mas nada disso alivia a situação dramática em que a queda das vendas se encontra.

A GM mais uma vez foi a marca mais vendida no Brasil, com 29.581 carros, representando 16,9% do total vendido no Brasil.

Com apenas 872 carros a menos, representando 16,4 % do total, a Fiat reagiu a queda dos meses anteriores e se aproximou da campeã. Foram 28.709 exemplares vendidos.

Em terceiro lugar e com uma diferença considerada, a Volkswagen negociou 21.504 unidades e ficou na marca dos 12,3%.

Da quarta a sexta posição, as montadoras ficaram na casa dos 16 mil carros. Toyota com 16.855 (representando 9,6%), Ford com 16.756 (em empate técnico em porcentagem com a Toyota) e Hyundai com 16.101 (ficando em 9,2% do total).

Em 7º (sétimo) lugar a Renault ficou com 7,7% das vendas e um número de 13.372 veículos. Sendo a última do ranking entre as montadoras que venderam mais de 10 mil carros.

Abaixo da marca dos 10 mil, temos a Honda com 8.621 carros, Nissan com 5.368 e Jeep com 4.793, respectivamente do 8º (oitavo) ao 10º (décimo) lugar.

Em ordem classificatória decrescente, a partir do 11º lugar, encontramos a Mitsubishi com 2.126, Peugeot com 2.089, Citroën com 1.811, Kia com 1.276, BMW com 1.128, Mercedes-Benz com 1.067, Audi com 945, Land Rover com 543, Volvo com 301 e Suzuki com 272 veículos, fecham até a posição de número 20.

A partir do 21º colocado até o 30º, conforme tabela divulgada no site da Auto Informe, 1397 carros foram vendidos, mas isso representa um pouco mais que 1% do total. Em 21º vem a Lifan, seguida por JAC, Iveco, Chery, Subaru, Troler, MINI, Porsche Dodge e Jaguar, em último.

Por: Fernando Dias


Em 2008 a crise chegou à indústria automobilística e muitas lojas foram fechadas por todo o Brasil. E este cenário está bem perto de se repetir. Para se ter ideia, as vendas de carros no mês de fevereiro só não foi pior do que a crise de 2008! E o pior é que não há perspectiva de que o cenário possa melhorar em um curto espaço de tempo.

Além das vendas de automóveis terem sido fracas por todo país, tem a questão de que o mês de fevereiro teve menos dias úteis, principalmente por causa do carnaval, e isto fez com que a situação se agravasse ainda mais, tornando o último mês de fevereiro, o pior dos últimos 6 anos e meio.

O número de veículos vendidos no país foi de apenas 179.221 unidades. Desde o mês de fevereiro de 2009 que as vendas não ficavam abaixo das 200 mil unidades vendidas. Em novembro de 2008, quando a crise chegou ao seu auge, foram comercializadas 166.277 unidades.

Levando em consideração as vendas diárias, fevereiro também foi um dos piores meses dos últimos anos, com uma média diária de vendas de apenas 10.542 veículos, superando somente a venda diária do mês de janeiro de 2010, pois naquele mês foram vendidos 10.086 veículos por dia!

E os números negativos não param de aparecer! As vendas acumuladas dos meses de janeiro e fevereiro tiveram uma queda de 22,5% se comparado com o mesmo período de 2014.

Entre as empresas que conseguiram bom resultado, mesmo diante deste cenário de baixa, a Fiat foi a que mais teve sucesso, mantendo-se na liderança com 35.840 veículos comercializados, uma participação de 20,1%. A Volkswagen ficou na vice-liderança com 30.992 veículos vendidos, 17,3% das vendas. E a GM vem em terceiro, conquistando 15,7% das vendas.

Grandes marcas tiveram péssimos resultados, como a Hyundai, que ficou com apenas 7,3% no mês. A Toyota conseguiu apenas 6,4% das vendas e a Renault com 6,2%.

Por Russel

Foto: divulgação


A Toyota pegou o sedã mais famoso do Japão e trouxe para o Brasil, sem perder tempo, já no dia 15 de março.  Pertencente a nova geração do Camry, o automóvel importado irá custar, em território nacional, mais de R$ 150 mil.

Em abril, todos os clientes que desejarem ir a uma concessionária Toyota, poderão sair da garagem de Camry, já que ele chegará por aqui neste mês.

O modelo, inédito e luxuoso, com requintes esportivos, continua com o mesmo motor de sempre. O bom e velho 3.5 V6 de 277 cavalos e com 35,3 mkgf de torque inovador por ser do tipo recalibrado. Tudo isso para a nova geração dos três volumes.

O câmbio automático de seis marchas também permaneceu no Camry, mesmo sofrendo alguns pequenos reajustes. A mudança foi apenas na sexta marcha, que precisou ser alongada para melhorar a consumação de combustível ao longo das estradas.

Além disso, o carro foi aumentando em mais 10 cm de comprimento, mesmo estando 70 quilogramas mais leve do que o normal. Os bancos traseiros reclináveis deram a última ajuda para que seu preço ficasse justo.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Carro Online


A chinesa Chery está lançando no Brasil o seu novo compacto, o QQ, que promete ser o veículo mais barato do país, a R$ 22,9 mil. O QQ foi apresentado em São Paulo, durante o Salão do Automóvel de 2010 e agora, foi lançado no Rio de Janeiro.

O QQ tem em vista conquistar a classe média, como um utilitário pequeno e prático, com preço mais acessível, ar condicionado, trio elétrico, direção hidráulica, airbag duplo e freios ABS. O motor a gasolina é de 1.1 chegando a 68 cavalos, a 6.000 rpm, com 9,1 kgfm de torque.

Ainda possui oito opções de cores: preto, prata, branco, azul, vermelho, verde, amarelo apricot e amarelo lemon.

Depois do QQ, o próximo passo da Chery é estabelecer uma montadora no Brasil, a partir de julho, e será a primeira fábrica chinesa em outro país.

Por Livia Hay





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