A Datsun, empresa especializada na fabricação de veículos na Índia irá lançar mais três modelos no mercado mundial criados por meio da parceria Renault-Nissan buscando alcançar mercados fora da Europa em crise econômica.

O Datsun K2 terá o mesmo motor do Nissan March que é movido à gasolina sendo um carro do tipo compacto com início de testes a partir do semestre de 2013.

O outro lançamento será o Datsun I2 com design semelhante ao Nissan March com poucas opções de tecnologia, mas com preços atraentes.

O último modelo a ser lançado será um novo Datsun K2 com maior espaço interno para abrigar com conforto até sete passageiros em seu interior.

A Datsun não divulgou valores nem mesmo o início das vendas destes veículos nos mercados emergentes como Índia, China e América do sul.

Por Ana Camila Neves Morais


As montadoras instaladas no país conseguem crescer, cada qual dentro de suas perspectivas e possibilidades, em meio ao cenário econômico atual, embora as projeções de alta do Produto Interno Bruto (PIB) sejam mais amenas para 2011 em relação ao ano passado. De todo jeito, essa disposição parece não intimidar o segmento, mesmo com dados sobre futuras – e breves – dificuldades.

BMW, Mercedes, Fiat e outras montadoras obtiveram bons números em 2010, tanto em meses isolados como no acumulado anual. Com a Aliança Renault-Nissan não ocorreu de modo diferente, pois conseguiu vender mais de 7,2 milhões de automóveis no ano passado, acréscimo de 19,6% sobre 2009.

A Renault respondeu por exatas 2.625.796 unidades e a Nissan, por sua vez, com 4.080.588 veículos automotores. A Lada representou fatia menor, com 570.014 carros, salto de 37,6% em relação a 2009.

Para Carlos Ghosn, presidente da aliança, no ano passado o volume de vendas e a participação no mercado global foram positivos, com destaque aos mercados atualmente promissores.

Seria esta uma alusão parcial ao Brasil e outros países emergentes? Os investimentos em terras brasileiras não param e a montadora, assim como as recém-chegadas chinesas, devem aproveitar o ambiente e estimular as vendas. Os entraves para tal, porém, são as medidas referentes ao crédito adotadas pelo Banco Central (BC) no final do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Renault do Brasil





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