Segundo a agência de notícias Bloomberg, o governo chinês pretende investir cerca de 16 milhões de dólares em financiamentos. O objetivo da China é obter estações de recarga e incentivar a demanda de consumidores pelos automóveis movidos a eletricidade. Desta forma o país reduziria significativamente a emissão de poluentes e ganharia ainda mais força no mercado de carros elétricos. Dentro de cinco anos, a China pretende tornar-se o maior mercado de automóveis deste segmento.

O governo do país, em breve, anunciará, com maiores detalhes, os projetos sobre as estações de carga. Elas deverão ser compatíveis com os automóveis fabricados pela Tesla Motors.  

Elon, Musk, sócio majoritário da Tesla Motors, visitou recentemente a China para discutir com autoridades do governo maneiras em que a montadora poderá incentivar, de maneira agressiva, o enorme potencial que existe no mercado de carros elétricos. O diretor da Intelligence Automotive Asia, Ashvin Chotai, disse que será "um processo gradual, que tem como objetivo aumentar tanto as vendas dos carros quanto o número de estações de carga". Ainda segundo o executivo, "os veículos verdes ainda não são muito atraentes quando comparados a carros convencionais". O governo pretende incentivar outras tecnologias verdes, como células de combustível e plug-ins híbridos.

O financiamento que será concedido pelo governo chinês ajudará as montadoras que se preocupam com o comportamento dos consumidores. Além do financiamento, haverá incentivos fiscais para que as fabricantes consigam trabalhar pesado no desenvolvimento dos automóveis elétricos.  

A China considera a possibilidade de inserir no programa várias empresas, até mesmo aquelas que ainda não fabricam carros elétricos. O objetivo é que elas ajudem a aumentar a produção e a competitividade do mercado, conforme anunciou o Centro de Pesquisa de Tecnologia Automotiva do país.  

A preocupação das autoridades chinesas é válida, visto que a China é a maior emissora de gases de efeito estufa. Tal medida irá diminuir consideravelmente a emissão destes gases por meio dos automóveis.

Por William Nascimento

Carro el?trico na China

Foto: Divulgação


A Fisker está buscando aumentar os seus mercados consumidores para a venda de seus automóveis.

Esta necessidade surge como uma tentativa da montadora de fugir da crise econômica que está causando recessão nos Estados Unidos e Europa onde a empresa comercializa a maior parte de seus veículos.

Em virtude desta situação, a Fisker anunciou que pretende entrar no mercado automotivo da China já no segundo trimestre de 2013, pois este país tem uma estimativa de crescimento na venda de carros de luxo no montante de 2,7 milhões de veículos até o ano de 2020.

Além disso, a empresa norte-americana entrou recentemente no Oriente Médio com o início da oferta de alguns veículos de luxo nesta área do planeta.

Devido ao potencial destes países emergentes, a Fisker quer aproveitar este bom momento fazendo alianças com empresas locais visando o financiamento desta expansão.

Por Ana Camila Neves Morais


Continuando na frente quando o assunto é venda de autos, a China apresentou um aumento de 17,9% em relação ao total de veículos comercializados no mesmo período referente ao ano de 2011. Na segunda posição, seguindo os chineses de perto, surgem os EUA, que tiveram aumento de 25,7 %, e o Japão, com o grande aumento de 65,4 %. Isso demonstra uma disputa acirrada em escala global.

Totalizando o número de vendas de 2012, percebe-se que a China vendeu 321.509 carros a mais do que em 2011. Já os EUA apresentaram um crescimento de 13,4 % nesse quesito, estando o Japão com 55,8 %. Apesar das estatísticas, vale citar que os números dos carros chineses se referem apenas a carros de passeio, ao contrário dos demais mercados, onde se encontram comerciais leves.

Após o Japão, encontra-se a Alemanha na quarta posição, mas o país apresenta queda nas comercializações. O Brasil está na quinta posição, seguido da Rússia, Índia, França, Grã Bretanha e Canadá, ambos países oscilando entre quedas e crescimentos.

Países tradicionais como a Itália e a Espanha destacam-se de forma negativa no panorama. Apresentam, respectivamente, quedas de 17,3% e 10,2%.

Por Marcelo Araújo


Na agenda dos salões de automóveis que se sucedem praticamente um logo após o outro, mês a mês, a próxima atração será o salão de Xangai, na China, que terá inicio a partir do dia 20 de abril. E entre os vários lançamentos que ocorrerão no evento está a apresentação do SUV compacto Q3 da Audi.

Com um design agradável cuja concepção privilegia o aspecto esportivo do modelo, dando-lhe um visual de elegância e ao mesmo tempo de despojamento casual bem moderno, este SUV compacto foi baseado na plataforma de um modelo da Volkswagen, o Tiguan, mas parece ter personalidade própria. O modelo também consegue aliar o requintado padrão de acabamento da montadora com conforto e espaço, pois o Q3 poderá transportar até cinco pessoas com capacidade total em seu porta-malas de 460 litros.

Reconhecida não apenas pelo luxo de seus modelos, a Audi oferece também boa motorização e neste SUV isto irá ocorrer. O Q3 trará propulsores com injeção direta de combustível de 2.0 litros equipados com transmissão de sete velocidades e embreagem dupla. Nessa configuração o Q3 poderá render de 140 a 211 CV de potência. Mas de acordo com a montadora fará parte da família uma versão com tração na dianteira que poderá produzir 170 CV de potência.

Na Europa o novo SUV da Audi deverá estar à venda a partir de junho deste ano custando inicialmente o equivalente a R$ 69 mil.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O ramo de veículos automotores brasileiro está atento e preocupado com a alta de automóveis importados no último ano, situação que deve impulsionar a adoção de medidas para proteger a indústria local. Levantamento edificado pela Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) identifica que houve expressivo aumento entre as marcas chinesas.

No ano passado, de acordo com a associação, o número de carros da China vendidos no Brasil chegou a 17.266 unidades, salto de 608,5% em comparação aos emplacamentos realizados um ano antes (2.437 unidades).

Embora novata no país, a Chery parece ter se dado muito bem, tanto que comercializou mais de sete mil veículos entre janeiro, mês em que aportou por aqui, e dezembro. Outra fabricante asiática, a Hafei, ficou na segunda colocação na lista das montadoras daquele país, com a venda de mais de 4,2 mil veículos.

De acordo com o Car Sale UOL, a Effa Hafei ficou atrás de ambas, com pouco mais de 3,9 mil emplacamentos, mas à frente da Chana e da Lifan, com vendas de 868 e 703 unidades, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Aliar qualidade, preços acessíveis e de baixo custo de manutenção. Esse é o intuito da nova marca da General Motors na China, o Baojun. Concebida pela parceria entre a GM e as empresas SAIC e Wuling,  sua estrutura comercial se baseará em instalações chinesas já existentes, incorporando alguns novos setores.

A intenção do “cavalo tesouro”, significado de Baojun na língua chinesa, é tentar suprir uma necessidade pela demanda de automóveis de passeio com preços mais baixos, ganhando mercado em cidades do interior chinês e propondo uma concorrência com montadoras alemãs .

O primeiro automóvel ainda não tem data para o lançamento, sabe-se que deverá ser produzido pela GM em uma parceria com um centro ligado ao SAIC. Os preços desses automóveis ainda não foram definidos, mas especula-se que irá girar em torno de US$7 mil.

Os carros produzidos pela Baojun ficarão abaixo dos Chevrolet e Buick, marcas também da GM.

Por Oscar Ariel





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